The First Berserker: Khazan na dificuldade Normal: registro de gameplay, as 16 batalhas contra chefes e o desfecho da vingança de Khazan

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Visão geral

Este é um vídeo de gameplay comentado de The First Berserker: Khazan, um RPG de ação hardcore, jogado do início até o final. Quem narra (com voz de Kotonoha Akane, do A.I.VOICE) acompanha a jornada de vingança do protagonista Khazan e apresenta, uma a uma, as batalhas contra os chefes que o aguardam em cada região. A dificuldade é a Normal, e o equipamento usado é o disponível conforme o avanço da história. Além das estratégias para cada chefe, o vídeo mostra o desenrolar da história que vai sendo revelada entre as lutas e as impressões de quem narra sobre os tipos de arma e as builds. O conteúdo inclui tudo até o final.

22 min de leitura
1:26

Abertura: o herói traído e o misterioso espírito demoníaco

A história começa com Khazan sendo encontrado caído na neve. Como alguém "traído por aqueles em quem confiava, abandonado pela pátria e caído ao chão", Khazan é descoberto por uma figura desconhecida. Os soldados ao redor cochicham: "Quem diria que aquele herói acabaria assim" e "Será que o Khazan é mesmo um traidor?". Aqui fica claro que Khazan era um herói do Império, mas caiu em desgraça depois de ser acusado de traição.

Em seguida, mesmo possuído por um misterioso espírito demoníaco, Khazan mantém a consciência e avança pela montanha nevada. É ali que surge o primeiro chefe.

4:03

Batalha contra Yetuga: o básico do combate em formato de tutorial

Quem narra trata Yetuga como um chefe tutorial e usa a luta para explicar o fluxo básico do combate.

Os ataques inimigos podem ser anulados apertando o botão de defesa no instante do impacto, o que também reduz a estamina do adversário. Encaixando ataques nos intervalos, a barra de estamina do inimigo acaba se esgotando e ele fica indefeso por um tempo. Nesse momento, é hora de atacar e, por fim, aplicar um golpe fatal. Segundo a narração, o fluxo básico é repetir esse processo.

Quando sua vida cai pela metade, esse chefe muda o padrão de ações e solta um golpe poderoso nesse momento. Quem narra explica que, ao resistir a esse golpe, falta pouco para a vitória, então basta defender com calma e finalizá-lo.

4:59

Batalha contra o Blade Phantom e o pacto com o espírito demoníaco

Para se entender com o espírito demoníaco que o possuiu, Khazan sobe a montanha das provações e o enfrenta. O espírito declara: "Esse corpo e essa alma pertencem a nós".

Na primeira luta contra chefe foram usadas espadas duplas, mas nesta a arma é trocada pelo espadão. A partir deste combate é liberado o elemento "Espírito de Luta", que se acumula durante o combate e pode ser gasto para disparar técnicas especiais em sequência. Quem narra avalia o espadão como uma arma que se destaca na capacidade de contra-ataque, tem técnicas que podem ser usadas logo após uma defesa e é, surpreendentemente, ágil e de alta mobilidade. Na segunda forma os ataques inimigos ficam mais intensos, mas a narração relembra essa luta como um ótimo treino com o espadão.

Depois da batalha, Khazan e o espírito fazem um acordo. Khazan não pretende entregar o próprio corpo, mas o espírito precisa de um braço que empunhe a arma. Khazan busca poder, e o espírito revela seu objetivo: restaurar a ordem do submundo. Ao concordarem em cooperar, o pacto é firmado e o Blade Phantom se torna aliado de Khazan.

8:51

Batalha contra Viper: os ataques em sequência da lança e o uso dos meios de defesa

Após o pacto com o Blade Phantom, Khazan visita certas ruínas para colaborar com as tarefas do submundo. Ali, remanescentes do clã dos dragões estavam reunidos, sugando indevidamente o poder do submundo.

Para esta luta, quem narra trouxe a lança. A lança é uma arma boa em ataques contínuos, e a narração explica o seguinte ciclo ofensivo. Primeiro, um ataque forte desequilibra o inimigo; depois, ataques normais em sequência enquanto houver estamina. Quando a estamina acaba, gasta-se o Espírito de Luta para continuar atacando, até esgotar a estamina do adversário e derrubá-lo. Ao acertar o golpe fatal, a estamina é recuperada, e o turno recomeça com um ataque forte. Daí em diante, é só repetir isso até o inimigo cair.

A partir da segunda forma, os tipos de ataque inimigo aumentam, e é preciso alternar as respostas: defesa contra ataques normais, esquiva contra agarrões e contra-ataque contra certas ações. Segundo a narração, nas situações em que o ataque forte bastava para desequilibrar o inimigo na primeira forma, a segunda forma traz contramedidas. Por isso, quem narra usou uma técnica defensiva chamada "Reflexão" e, mantendo o inimigo desequilibrado com ataques contínuos, encerrou a luta.

11:36

O passado de Khazan: a amizade com Ozma e a traição

Depois da luta contra Viper, o passado de Khazan é revelado. Após uma batalha mortal contra um dragão que ameaçava o Império, Khazan o derrotou ao lado de seus companheiros. Para Khazan, Ozma era seu melhor amigo, seu companheiro de armas e também um irmão. Mas o destino a que levou a lealdade pela qual ele deu a vida foi cruel. Khazan jura vingança contra o Imperador, contra Pavel e contra os nobres.

Segundo boatos entre o povo, Ozma também teria participado da rebelião e foi executado após ter os dois olhos arrancados. Khazan fala de "meu melhor amigo, que nunca mais poderei ver", diz que não lhe resta mais nada de valor e que o lugar onde está agora é o próprio inferno.

13:21

Batalha contra Bolvaino: a reavaliação das espadas duplas

Ao visitar um vilarejo em busca de vingança, Khazan se depara com os moradores sendo atacados. Como o adversário usa espadas duplas, quem narra decide também responder com espadas duplas.

É a primeira vez que as espadas duplas são usadas desde o primeiro chefe, mas, com o aumento das técnicas disponíveis, a narração diz que a arma se tornou algo completamente diferente do que era naquela época. É especialmente útil emendar um ataque de esquiva logo após um ataque, e essa sequência esgota a estamina do inimigo com facilidade. Com o inimigo caído, os combos iniciados por ataque forte são excelentes, e o tempo que sobra pode ser preenchido facilmente com um golpe poderoso.

Ao ter a vida reduzida, o inimigo muda o padrão de ações, e os ataques do lado da mão esquerda ganham fogo. Segundo quem narra, a defesa perfeita não bloqueia totalmente esse dano de fogo, mas as técnicas de contra-ataque que usam Espírito de Luta parecem neutralizá-lo. A explicação é que vale responder com contra-ataque apenas aos golpes da mão esquerda, tomando cuidado para não esgotar o Espírito de Luta.

Depois da luta, o morador salvo agradece a Khazan, percebe quem ele é e o chama de "Grande General Khazan". Khazan pergunta onde está Pavel.

16:01

Batalha contra Aratra: destruição de partes e a profundidade das builds de equipamento

Para seguir Pavel até Paremion, Khazan entra em uma caverna gigantesca infestada de monstros. A chefe, Aratra, é um monstro aracnídeo, e a luta acontece enquanto, de passagem, se resgata uma pessoa presa nas teias.

Este monstro tem as patas dianteiras e as costas como partes destrutíveis. Quem narra primeiro destruiu a pata dianteira esquerda e depois mirou nas costas. Aratra tenta voltar para o ninho após ser derrubada, mas atacar nesse momento parece interromper a ação, e concentrar os golpes nas costas aí facilita a destruição.

Aqui, a narração fala sobre o sistema de builds. Destruir partes não rende materiais, mas a pessoa resgatada possibilita a fabricação de equipamentos, e os materiais dos chefes passam a poder ser usados para aprimorá-los. Quem narra afirma que os efeitos de conjunto dos equipamentos têm grande impacto. Muitos efeitos de conjunto aumentam o dano sob condições específicas, o que também muda o estilo de jogo ideal, então cada equipamento novo traz uma nova diversão. Na visão de quem narra, esse sistema de builds torna o combate deste jogo extremamente profundo.

Batalha contra Rangas: a decisão de ficar com o espadão

Na cena seguinte, uma pessoa que era perseguida sob suspeita de traição é morta por um brutamontes. Esse brutamontes é o próximo chefe, Rangas.

Aqui, quem narra declara que, depois de testar os três tipos de arma, o espadão continua sendo o favorito, e que dali em diante vai lutar com ele. A arma usada nesta luta foi um espadão feito com os materiais deixados pela chefe aranha, que envenena o inimigo ao aplicar o golpe fatal e aumenta o dano contra inimigos envenenados. Atacando de uma vez com o alto dano do espadão, a luta foi encerrada com uma derrubada.

Batalha contra Maruka: um inimigo distorcido pelo poder do caos

Depois de se reencontrar com um velho conhecido que soube que Khazan estava vivo, Khazan passa a encurralar os subordinados do Imperador. Maruka diz que há muito tempo desejava a fama de ter derrotado Khazan, o herói do Império.

Quem narra primeiro pressionou com ataques para provocar uma oportunidade de contra-ataque e, depois, alternou ataques fracos e fortes sem parar até derrubar o inimigo de uma vez. Nesse momento usou uma técnica de Espírito de Luta e, com o veneno aplicado pelo golpe fatal, chegou à segunda forma em boa situação.

Na segunda forma, o poder do caos transforma Maruka em uma figura demoníaca. Segundo a explicação de quem narra, o caos originalmente não é um poder que os humanos possam descobrir, mas foi trazido a este mundo por alguém, e por causa disso as pessoas começaram a se distorcer. O golpe de saque rápido de Maruka derruba o inimigo de uma vez se for respondido com Reflexão. Derrotado, Maruka deixa as palavras: "Não era para ser assim".

Batalha contra Eramain: a pessoa que um dia o admirou, presa pelo caos

O caos é um poder que transforma as pessoas em aberrações e chega a aniquilar suas almas. Khazan e seus companheiros vinham rastreando sua origem, mas, durante a investigação, a companheira Eramain é capturada pelo caos.

Segundo a narração, Eramain foi salva por Khazan em um campo de batalha quando criança e passou a admirá-lo desde então. Quem narra descreve isso como um final triste antes de partir para a luta. Eramain às vezes ergue o escudo; nesse caso, uma defesa perfeita reinicia a situação e devolve o turno ao jogador. A narração explica que, a partir da metade do jogo, o espadão permite usar técnicas de defesa mesmo durante os ataques, e a vantagem é poder continuar atacando sem correr riscos.

Batalha contra Shaktuka: um estilo centrado no golpe giratório

Khazan visita uma mina onde ficam presos prisioneiros. Parece que um antigo subordinado seu está detido ali. É então que aparece o monstro gigante Shaktuka.

Como vinham sendo vários chefes humanoides seguidos, quem narra diz que já queria enfrentar um adversário assim. Como a aparência sugere, há muitos ataques amplos, e lutar desviando deles foi extremamente empolgante, segundo a narração.

Nesta luta, o eixo da estratégia é o golpe giratório do espadão. Segundo quem narra, o golpe giratório também serve como golpe poderoso e sustenta o estilo do espadão como resposta a agarrões, abertura de combos e mais. Desta vez, além disso, foi equipado um item que aumenta o dano depois de usar essa técnica, então o golpe giratório foi usado mais do que o normal. Com golpes fatais mais fortes a vida do inimigo foi reduzida, e o golpe giratório serviu para se reaproximar e continuar atacando. A narração comenta que parece já estar pegando o jeito do espadão.

28:52

Batalha contra Troka: a teoria de que Ozma é o mandante e como derrotar magos

Khazan visita o local onde está a discípula de Ozma. Ozma supostamente havia sido executado junto com Khazan, mas, ouvindo o que as pessoas dizem, cresce a certeza de que Ozma é o verdadeiro mandante. A discípula, Troka, expõe seu ciúme de Khazan: "Aquela pessoa só pensa em você" e "Ao lado daquela pessoa, basta eu".

Troka é uma mulher que lembra uma água-viva e manipula magia de água, e quem narra explica que, por não ter ataques de curta distância, é uma adversária que se desequilibra com facilidade. Basta abrir um pouco de distância para induzir ataques à distância, que podem ser tratados com segurança usando ataques de esquiva. Se ela fizer algum movimento suspeito, é só bater para interromper, e a derrubada acontece.

Quando a vida cai pela metade, o comportamento muda e começa uma fase com muita movimentação intensa, que a narração chama de "gincana". Depois da gincana, há duas oportunidades seguidas de contra-ataque, e quem narra comenta que dá para sentir a intenção do design de oferecer uma recompensa adequada pela gincana. No fim, quando a inimiga começa a dançar à distância, um ataque pelas costas a derrota.

31:51

Batalha contra Berelian: interromper o encantamento para enfraquecer o inimigo

Seguindo o rastro de Ozma, Khazan visita Berelian, um mago que foi parceiro de pesquisa de Ozma. Berelian pergunta se Khazan ressuscitou com "aquele poder" e se, afinal, Ozma também teve sucesso no experimento.

Como este também é do tipo mago, quem narra repete a abordagem anterior, atacando no ritmo dos ataques inimigos. Ele se desequilibra com facilidade e cai rápido se for atacado com agressividade. Porém, este chefe se envolve em uma barreira incômoda, então, ao perceber o sinal, é preciso interrompê-la com ataques. Ele também tenta invocar subordinados poderosos, mas interromper o encantamento reduz a força dos subordinados invocados. Se a interrupção for cedo, os invocados são inimigos fracos, que podem ser derrotados com o golpe giratório. A sombra azul é o sinal da barreira, e quem narra recomenda interrompê-la sem falta, porque, se ela for formada, a luta se prolonga.

Depois disso é só atacar sem parar, e a narração diz que a forma de lutar com o espadão é muito simples: basta repetir ataques de esquiva e ataques normais.

34:46

Batalha contra Scalpel: a habilidade do efeito de conjunto e o cuidado com os efeitos sonoros

Khazan visita Scalpel, um subordinado em quem confiava. Porém, Scalpel também foi marcado como traidor, assim como Khazan, e já havia perdido a sanidade.

Nesta luta, quem narra aproveitou o efeito de conjunto do equipamento obtido na batalha anterior. Esse equipamento adiciona uma habilidade que permite aparar os ataques consecutivos do inimigo. A narração explica que é algo excelente: ao continuar atacando após um contra-ataque vindo da defesa, os golpes recebidos durante o ataque são aparados automaticamente. Como Scalpel tem muitos ataques consecutivos, parece ser especialmente útil em combates assim.

O que quem narra destaca é o quanto é gostoso o som quando a habilidade é ativada: ressoa um som característico de metal batendo contra metal. Comenta que comprou fones de ouvido novos recentemente e sente que os efeitos sonoros do jogo ficaram mais nítidos do que antes; como dá para perceber o cuidado do jogo com os efeitos sonoros, valeu a pena trocar os fones sem fio baratíssimos.

Na segunda forma também, ajustando o ritmo enquanto respondia aos ataques consecutivos, e usando poções de cura no meio do caminho, finalmente conseguiu desequilibrar o inimigo. A partir daí, uma sequência de ataques encerrou a luta.

39:19

Batalha contra a princesa Irina: a princesa corrompida

Ao visitar o Teatro Imperial, Khazan encontra à sua espera a princesa Irina. Segundo a explicação de quem narra, Irina, princesa do Império, percebeu antes de todos a conspiração de Ozma, mas foi derrotada e corrompida pelo caos.

Na primeira metade da luta basta defender e atacar, e, depois de reduzir a vida até certo ponto, começa a segunda metade. Nela, aumentam os ataques com o poder do caos. Basicamente, como com os magos anteriores, basta passar pelos ataques e partir para o golpe, segundo a narração. Um dos ataques deixa muitas aberturas se você contornar pelas costas, e os ataques frontais não ficam mais fortes que o normal.

Derrotada, Irina sente alívio porque a maldição do caos finalmente acabou e diz a Khazan para ir ao templo de Bitalon. E pede a Khazan que, sem falta, impeça Ozma.

Batalha contra Hismar: uma pausa com um chefe grande e a build de dano

Khazan visita Bitalon. Ali, o cadáver de um dragão havia sido transportado. Considerando sinistro o caos deste lugar, Khazan vai investigar. Quem aparece é Hismar.

Quem narra avalia que, apesar da aparência assustadora, é um chefe gentil, com ataques amplos e longos intervalos entre eles, que proporciona uma batalha estável e previsível. As lutas contra chefes humanoides também são divertidas, mas, de vez em quando, aparecer um chefe assim traz certo alívio, é a impressão da narração.

Com todo o treino até aqui, passou a ser possível escolher entre muitos meios de aumentar o dano, e a diversão de escolher técnicas e equipamentos também cresceu. Há conjuntos de equipamento elementais, técnicas de Espírito de Luta voltadas para ataques rápidos e mais, e quem narra diz que, combinando bem, parece possível causar bastante dano.

No meio da luta, Hismar salta e entra em uma fase de investidas por um tempo, mas, segundo a narração, lidar com isso é muito simples: basta correr para os lados. Apesar de impressionante, o ataque é desajeitado e não acerta. Depois disso, resistindo com a defesa e esperando as oportunidades de ataque, o chefe foi derrotado.

47:02

Batalha contra Liese: a noiva de Ozma e a ressurreição pelo caos

Quem espera Khazan, que chega ao Grande Templo seguindo Ozma, é Liese, a noiva de Ozma. Liese chama Khazan de "querido amigo" e o convida a ir junto com ela.

A primeira forma termina simplesmente mantendo-a desequilibrada. Entre os combates, quem narra explica o passado de Liese e Ozma. Liese havia prometido se casar com Ozma, mas recebeu uma certa ordem do Imperador e, por recusá-la, foi morta. Desesperado, Ozma tentou ressuscitar Liese com o poder do caos. Porém, o corpo de Liese que despertou era uma casca vazia, algo que em nada lembrava a antiga amada.

Na segunda forma, os ataques de Ozma também entram na luta. Segundo a narração, ataques normais não a desequilibram de jeito nenhum, então é preciso resistir aos ataques inimigos e conseguir derrubadas. Uma derrubada tira cerca de metade da vida, então mais uma derrubada encerra a luta. O padrão de ações depois disso também é quase fixo, e basta acertar umas quatro defesas. Quem narra avalia que foi um chefe na medida certa para fechar antes do chefe final.

Depois da luta, como se a consciência de Liese tivesse voltado por um instante, ela deixa a Khazan as palavras: "Salve o Ozma". Khazan fica confuso — "Aquela era mesmo a Liese?" —, mas o Blade Phantom o pressiona, perguntando até quando ele pretende se entregar ao sentimentalismo, e dizendo que a missão está quase cumprida. Khazan responde que não sabe nada de salvação e que vai deter Ozma.

52:34

O confronto com Ozma: a alegação de que o problema eram os humanos

No fim da longa jornada de vingança, Khazan finalmente chega até Ozma. Ozma o recebe e relembra o dia em que lutaram juntos contra o dragão. Acreditavam que derrotar aquele dragão salvaria o mundo, mas não foi assim. O problema eram os humanos, diz Ozma. Os humanos se matam uns aos outros, devoram os outros e repetem a mesma coisa geração após geração. Os humanos destruíram aqueles que salvaram o Império e mataram até Liese. Os humanos cruzaram a última linha que jamais deveria ser cruzada.

Khazan pergunta, então, por que ele transformou Liese naquilo. Ozma responde que Liese já não está neste mundo, que quem Khazan encontrou era apenas uma casca e que não precisa se preocupar. E o convida: juntos, ele e Khazan podem consertar esta ordem quebrada; que venha com ele.

Khazan recusa. Não veio para isso. Veio para condenar Ozma, que o lançou no abismo e levou seus subordinados à ruína, e para se vingar no lugar de Liese. Ozma aceita — "Então é isso" — e a batalha começa.

55:33

Batalha contra o chefe final: três formas

O confronto final tem ao todo três formas, cada uma com sua própria barra de HP, então quem narra recomenda lutar com paciência. A primeira forma termina quando Ozma desce.

A segunda forma começa com um agarrão, e a partir de um contra-ataque é possível pressionar de uma vez. No meio, Ozma sobe ao ar e começa a fase que a narração chama de "a divertida hora das pedras". Rebatendo as pedras lançadas, a segunda forma termina quando Ozma desce.

Na forma final também, como sempre, o Espírito de Luta é acumulado para aumentar o dano ao máximo possível. Depois de desviar de dois ataques, há uma janela de ataque por um tempo, e, depois de reduzir a vida a cerca de metade, vem um golpe poderoso. Quem narra explica que, resistindo a isso, basta terminar de tirar o resto da vida. Por fim, Ozma grita "Por que você não entende?" e é derrotado.

58:50

Final: só restou a vingança

Caído, Ozma pede desculpas a Khazan por Liese, mas ainda assim deixa as palavras de que, sem falta, destruirá todo este mundo. Khazan chama o Phantom e murmura se agora tudo acabou.

O Blade Phantom diz que, sem os olhos de Khazan, jamais teria percebido o grande caos. Diz sentir a presença desses olhos em tudo o que Khazan perdeu. E diz que achava que ele havia perdido tudo, mas que, ao que parece, ainda restava uma coisa. Khazan responde: "Para mim, só restou a vingança".

Quem narra encerra descrevendo isso como o desfecho em que, ao fim da jornada de vingança, nasce Khazan, "The First Berserker". A avaliação geral da narração é de que a experiência de combate em todas as lutas contra chefes foi excelente e de que se trata de uma obra extremamente bem-feita, que reúne muitos elementos de forma harmoniosa. O vídeo termina relembrando que, embora tenha sido um caminho árduo e banhado em sangue, foi uma aventura densa e marcante.