Desafiando Crypt of the NecroDancer com Hatsune Miku: gameplay completo dos 20 andares

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Visão geral

Este vídeo é uma partida comentada de Crypt of the NecroDancer, um roguelike em que tudo se move no ritmo da música, jogando até o fim os 20 andares da masmorra com a DLC da personagem Hatsune Miku. Ao som de uma música diferente da Hatsune Miku em cada andar, a personagem avança rumo às profundezas da masmorra usando como armas sua voz e seu inseparável alho-poró. Durante a partida, são apresentadas estratégias que aproveitam as características próprias da Miku, além das particularidades de cada área e das músicas utilizadas.

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Regras básicas de combate no ritmo e as características da Miku

Neste jogo, tanto o jogador quanto os inimigos se movem um turno por vez, acompanhando o ritmo. Perder o ritmo causa dano, por isso é preciso se mover o máximo possível no compasso da batida. Segundo quem narra o vídeo, muitos dos monstros que aparecem na masmorra só agem uma vez a cada dois turnos, e o jogo foi feito para que eles sejam fáceis de derrotar se forem enfrentados corretamente.

A Hatsune Miku tem a característica de atravessar os inimigos ao atacar. Nesse momento, ela também consegue se esquivar do ataque do adversário, o que a torna bastante forte em combates um contra um, explica quem narra. No início, foi encontrada uma zona onde surgem itens, e algum tempo foi dedicado a coletá-los. Foram obtidos boas roupas e anéis, e trocar de roupa também muda a aparência da personagem. Quem narra comenta: "Vamos iluminar até esta masmorra escura com toda essa fofura".

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Combos, microfones e as "canções"

A Miku aumenta seu poder de ataque ao encadear golpes e, ao completar um combo de 4, ganha um microfone. Por isso, a estratégia básica é, em locais com muitos inimigos, encadear combos com habilidade para conseguir microfones.

A masmorra é dividida em áreas de 4 andares cada, e cada área tem uma luta contra um chefe. Ao derrotar o chefe, ganha-se um novo figurino como recompensa. A partir da segunda área, aumentam os monstros com muitos pontos de vida, mas quem narra considera que isso é, na verdade, vantajoso para a Miku, já que facilita a coleta de microfones.

É mais ou menos a partir daqui que se começa a usar as "canções", que consomem microfones. Ao cantar, a canção se espalha pelas 8 casas ao redor: objetos como paredes e barris são destruídos, e os inimigos ficam encantados e morrem enquanto recuperam a vida da Miku. Usada com habilidade, uma única canção pode recuperar bastante vida, por isso, na visão de quem narra, dá para avançar de forma ousada sem se preocupar muito em levar alguns golpes. Todos os alimentos são itens de recuperação e, entre eles, o presunto é o mais valioso, recuperando o equivalente a 4 corações. Também é possível cantar em emergências, só por precaução, e a canção ainda serve para desenterrar itens, então quanto mais microfones, melhor. Quem narra descreve esta área como "uma área bônus, de certa forma", em que os cogumelos facilitam a obtenção de microfones.

O chefe da primeira área marca a batida mais rápida do jogo, mas morreu instantaneamente só de ser empurrado contra a parede.

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A coroa de recuperação e as áreas de fogo e gelo

Além do figurino recebido como recompensa do chefe, também foi obtida uma coroa que permite recuperar vida a cada 10 inimigos derrotados. Como os inimigos morrem só com a Miku se movendo, combinada com essa coroa ela consegue recuperar vida continuamente.

A área seguinte se divide em uma área de fogo e outra de gelo, e a de gelo, em especial, faz a personagem escorregar e perder o ritmo com facilidade. Quem narra optou por encontrar logo a escada e passar direto. Um mapa comprado na loja facilitou a exploração, mas, como acrescenta em tom de riso, na tela a ilustração de quem narra fica sobreposta ao minimapa e o esconde.

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Uma luta contra chefe com pausas e uma postura ofensiva

Na luta contra o chefe da terceira área, ao contrário dos andares anteriores, há pausas entre as batidas, e quem se move nessas batidas leva dano. É preciso manter a calma e descansar direitinho. Na prática, houve aqui um golpe acidental, e, segundo o vídeo, se não houvesse uma placa de ferro escondida no figurino, a personagem teria morrido. Quem narra afirma que o lado assustador da Miku é justamente que esse tipo de acidente acontece com frequência.

Mesmo assim, segundo quem narra, ficar encolhido em um lugar seguro não rende microfones e só leva a uma morte lenta. A posição defendida é que o jeito da Miku lutar é criar coragem, mergulhar no meio dos inimigos, juntar microfones e continuar cantando.

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A área de escavar paredes e a apresentação das músicas

Na quarta área, até a Miku passa a conseguir escavar paredes, e ela avança cavando pelo terreno onde estão os monstros. Sobre a música de fundo um tanto diferente deste andar, quem narra explica que se trata de uma canção apresentada na segunda turnê europeia da Miku, a "EXPO 2020 Europe", cantada em espanhol.

O jogo inclui algumas músicas novas, mas, de modo geral, usa principalmente músicas famosas. Daria vontade de ouvir um pouco mais das músicas, mas há inimigos demais para isso. Por isso, quem narra avisa que vai listar o nome das músicas de cada andar na descrição do vídeo e convida o público a procurar os clipes e ouvi-las.

Em baús de tesouro foram encontrados 2 espíritos, que foram posicionados acima e à direita da Miku. Os inimigos que param na casa de cima são teletransportados para algum lugar, e os que param na casa da direita ficam congelados por um tempo. Com a ajuda dos espíritos, a chegada ao andar do chefe foi tranquila. O chefe é "Deep Blues", cujo nome faz referência ao "Deep Blue", a IA que derrotou pela primeira vez um campeão mundial de xadrez no fim do século XX, e também foi derrotado com facilidade. Como recompensa, foram obtidos sapatos que aumentam o poder de ataque, e a partida segue para a última área.

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A área final e a batalha contra Coral Riff

Na área final, a atmosfera da música de fundo muda bastante, e toca "sweety glitch". Segundo quem narra, essa música também foi o tema do evento musical "Hatsune Miku Digital Stars 2021". Nesta área de visual elétrico, o chão inteiro é coberto por fios elétricos. Surgem monstros diferentes, como um monstro invencível que se move sobre os fios, inimigos que usam magia de raio e esqueletos que se dividem ao serem derrotados. A essa altura, o equipamento da Miku já estava bem desenvolvido, então quem narra decidiu que dava para avançar à força pelo caminho mais curto até a escada. No último andar antes do chefe, a vida foi recuperada por precaução antes de enfrentá-lo.

O último chefe é "Coral Riff", que toca diversos instrumentos com suas 8 mãos. Como havia o espírito de gelo, seria possível derrotá-lo num instante, mas, já que estava ali, optou-se por vencê-lo da forma convencional. Primeiro, como aquecimento, os instrumentos atacam, e é preciso resistir enquanto se desvia deles; depois de um tempo, o corpo principal começa a se mover. Daí em diante, foi só bater até derrotá-lo, concluindo os 20 andares.

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Retrospectiva

O tempo de exploração foi de 7 minutos e 11 segundos. Quem narra relembra a partida como uma aventura única, que combinou o ritmo acelerado e em constante mudança, a tensão de estar sempre à beira da morte e as músicas vibrantes da Hatsune Miku. Quase nenhuma música pôde tocar além da introdução, mas, ao ouvi-las novamente, todas são lindas, e o vídeo termina com a conclusão de que se trata de um ótimo jogo, em que jogar amplia ainda mais a diversão.