Gameplay de DRAPLINE, em que se cria uma garota dragão em um ano: um ano enfrentando Dragões da Calamidade enquanto "limpava o prato" com os aldeões

Traduzido de 日本語

Abrir no YouTube ↗
Visão geral

Este vídeo é um gameplay narrado de DRAPLINE (Drapurin), com a voz de Kizuna Akari, do A.I.VOICE. Trata-se de um jogo de criação em que, para se preparar para o fim do mundo que se aproxima dentro de um ano, é preciso transformar uma garota dragão que come de tudo no ser mais poderoso que existe, e quem narra joga do início até a batalha final, sem interrupções. O destaque do vídeo é a forma como a narração apresenta o sistema do jogo enquanto comenta, num tom tranquilo e aconchegante, o desenrolar sombrio em que a garota dragão acaba comendo até os aldeões.

9 min de leitura
0:27

A história começa com um sonho da "batalha final"

Ao selecionar Novo Jogo, a história começa de repente pelo clímax. Apressado por uma garota dragão chamada "Kurya", que diz "O que você está fazendo aí parado?! Esta é a batalha final, então se concentra!", o jogador precisa dar ordens de combate sem entender bem a situação. Há três tipos de ação disponíveis: defesa, ataque e buff, e essa cena também serve de tutorial de combate. A narração classifica essa introdução como "uma apresentação bem bacana".

A narração também brinca dizendo que, se esta é mesmo a "batalha final", talvez, assim como em Shiren the Wanderer 6, derrotar o chefe final aqui faça o jogo terminar de uma vez, e declara que vai encarar a luta com toda a seriedade. Primeiro usa um buff e, em seguida, recebe com defesa um poderoso ataque de sopro. No entanto, a batalha revela-se um "sonho estranho", a cena muda e começa a história principal.

1:51

Ku, a garota dragão que apareceu no depósito de comida

O cenário é um pequeno povoado. O protagonista percebe um barulho vindo do depósito de comida nos arredores da vila e vai verificar, achando que um monstro teria entrado para fazer estrago, mas quem estava lá era uma garotinha. Com a reação "Ah, que fofa" da narração, o protagonista acaba acolhendo a menina. A garota dragão se chama "Ku", e é aí que começa um ano de criação.

3:21

O ciclo básico da semana: refeição, ajuda e aprendizado de habilidades

A história principal começa na 1ª semana de abril. Logo de cara ouve-se um barulho enorme, mas era só Ku com fome. Como seria um problema se ela destruísse a casa, é preciso comprar comida para ela toda semana. O sistema faz com que os atributos que crescem variem conforme o alimento, e a narração escolhe primeiro cogumelos em promoção.

Depois da refeição, é hora de sair pela vila e ajudar os aldeões para ganhar o dinheiro da comida. A primeira visita é ao Tori. Durante a ajuda, Ku tenta comer tudo, mas, se for repreendida direitinho, a afinidade com o aldeão aumenta e a recompensa também melhora. Ao terminar o trabalho, recebe-se a recompensa, e nesse momento é possível aprender uma nova habilidade. Segundo a narração, esse é o fluxo geral de uma semana, com alguns eventos especiais de vez em quando.

5:19

O Dragão Divino, o presságio da calamidade e a chegada de Mol, do povo dragão

No primeiro evento especial, aparece Mol, do povo dragão. Segundo Mol, Ku é um ser chamado "Dragão Divino", e o seu surgimento é um presságio de que uma calamidade vai atingir o mundo.

Em maio, Mol se muda para a vizinhança e passa a dar conselhos sobre a criação e a cuidar da segurança. Sinais de calamidade começam a surgir na vila, e a narração comenta que, com Mol por perto, dá para ficar bem mais tranquilo. Mol aconselha que, ao encontrar pequenas calamidades, é bom lutar contra elas para ganhar experiência real de combate.

6:14

"Prato limpo" na taverna de Urupika

Em junho, a tarefa é ajudar na taverna de Urupika, a mandrágora, enquanto as duas conversam. A cena termina com a narração encerrando: "OK, Urupika, prato limpo." Somado ao sistema mencionado antes, de "repreender Ku, que tenta comer de tudo", isso indica que Ku acabou comendo o aldeão, e o "comer todos os aldeões" do título do vídeo também se refere a esse desenrolar. Logo em seguida, a narração diz "bola pra frente" e segue para a próxima cena.

6:55

Batalha contra o Dragão da Calamidade Cham: o Véu de Gelo e o sopro que sempre vem por último

No fim de junho, o céu se tinge de vermelho e um "dragão fofinho" aparece atrás do Dragão Divino. Segundo a explicação da narração, esses "dragões engraçadinhos" vão continuar aparecendo regularmente. O primeiro adversário foi o Dragão da Calamidade Cham.

Graças ao reconhecimento prévio de Mol, já se sabia que o inimigo era especialista em ataques de veneno. Por isso, a narração reveste Ku com o "Véu de Gelo", que anula debuffs. O Véu de Gelo também causa dano à própria usuária a cada turno, mas a avaliação é de que isso ainda é melhor do que ser envenenada.

Quando a barra enche, Ku pode disparar um sopro poderoso. A narração enche a barra enquanto reforça a defesa e, embora o sopro tenha ficado disponível cedo, não o usa de imediato. O motivo é que esse tipo de chefe costuma entrar em fúria quando chega à metade da vida, então a ideia é desgastá-lo um pouco mais e derrubá-lo de uma vez só. Depois de desgastá-lo o suficiente, Ku solta o sopro, que causa mais dano do que o esperado. A narração deduz que o ataque de sopro inimigo sempre deve vir depois, e no turno seguinte basta um ataque leve para derrotá-lo.

Após a vitória, a vila realiza o Festival do Dragão Divino. O sistema pede que o jogador crie o grito de guerra do festival e o transmita aos aldeões, e a narração escolhe "Umami!".

9:10

O "prato limpo" de Tori e a batalha contra o Dragão da Calamidade Moon

Em setembro, é hora de ajudar o Tori de novo. Ao ouvir que Tori não gosta de verduras, a narração elogia Ku, que não tem frescura com comida, dizendo que ela é "muito boazinha". E essa cena também termina com "OK, Tori, prato limpo."

Em seguida, surge o segundo Dragão da Calamidade, o Dragão da Calamidade Moon. Pela aparência de ovelha e pelo jeito sempre preguiçoso, a narração prevê que ele vai usar técnicas de sono e conclui que, contra um adversário focado em debuffs, o Véu de Gelo será útil mais uma vez.

Na batalha, o primeiro golpe é a "Presa Venenosa". Como previsto, o inimigo aplica sono, e o Véu de Gelo anula os debuffs por algum tempo. Mesmo com o dano a si mesma, a narração avalia que poder evitar o sono é "extremamente umami". Como a defesa de Ku tem efeito de recuperar HP, a estratégia é se curar defendendo enquanto o inimigo vai sendo desgastado pelo veneno. Como o véu permanece até o fim do turno seguinte, a expectativa era conseguir bloquear também o próximo sono.

Assim como na batalha anterior, a narração imaginava que o inimigo dispararia um sopro quando o HP caísse abaixo da metade. Por isso, o desgasta até o limite e só então libera o próprio sopro, buscando derrotá-lo antes do sopro adversário. O golpe final foi Maldição, uma técnica que causa ao oponente o total de dano recebido até então. Assim, o Dragão da Calamidade Moon também é derrotado, e a vila fica mais uma vez a salvo da calamidade.

11:44

Março, o "prato limpo" de Nott e a batalha contra Morgentiana

O tempo passa e chega a 3ª semana de março. Na semana seguinte, o ano termina. A narração reflete sobre Ku, que está um pouco mais madura do que quando se conheceram, e se pergunta se ela cresceu não só na aparência, mas também no coração. Nesta semana, a ajuda é com Nott, e, entre uma tarefa e outra, a conversa sobre como comer espinhas de peixe rende bastante. Essa cena também se encerra com "OK, Nott, prato limpo."

Logo depois, Mol aparece e começa a batalha contra Morgentiana. Esse era o chefe final desta aventura. A narração diz: "Achei que Mol fosse entender, mas é uma pena", mas o motivo concreto da luta não é explicado no vídeo.

A batalha começa com a Presa Venenosa. O veneno funciona muito bem contra adversários sem a bênção das estrelas, mas Morgentiana sempre remove o veneno no turno seguinte e ainda fica imune a ele por 5 turnos. Os ataques com corte duplo também são fortíssimos, e a narração o descreve como "um adversário bem complicado". Ainda assim, como Ku também "cresceu comendo muitos aldeões" ao longo deste ano, a narração declara que vai superar essa provação "literalmente, com toda a vila unida".

No momento em que o sopro é liberado, a vida dos dois lados estava praticamente empatada. O inimigo tinha pouco mais de 130 mil de vida restante. Como a imunidade ao veneno termina neste turno, Ku ataca de novo com a Presa Venenosa. Segundo a explicação da narração, o inimigo sempre gasta um turno com "Troca de Pele", e é nessa brecha que a última Maldição é desferida, garantindo a vitória. A narração também descreve essa vitória como "OK, Mol, prato limpo."

15:07

O final e as impressões de quem narra

No final, ouve-se a narração do jogo dizendo que o apetite de Ku já não pode ser controlado por ninguém, que essa menina vai ficar cada vez mais forte e derrotar calamidades com facilidade, mas que ninguém sabe como será o mundo depois disso.

Depois de criar a garota dragão mais poderosa em um ano, o jogo chega ao fim. Segundo a tela de resultados, Ku cresceu comendo bastante carboidrato e, na vila, se dava especialmente bem com Nott. A narração diz que, olhando para trás, a sensação é um tanto emocionante. Por outro lado, lamenta que o jogo só permita devorar até 3 aldeões e encerra dizendo que, como o título acabou de entrar em acesso antecipado, espera vê-lo evoluir daqui para frente.