Gameplay de Lost Ruins: batalhas seguidas contra garotas de uniforme e a verdade revelada por Beatrice
ゲーミングボーイTraduzido de 日本語
Neste vídeo, o apresentador mostra Lost Ruins, um jogo de ação 2D em que uma garota de uniforme escolar, sem memória, explora uma masmorra, com foco nas batalhas contra chefes. Logo no início, o apresentador descreve o jogo, em tom de brincadeira, como "uma fusão de isekai com garotas bonitas, soulslike e Metroid", e, ao longo das lutas contra os chefes, vai trocando de equipamento para mostrar diferentes estilos de combate. No final, são reveladas a verdadeira identidade da protagonista e a dos inimigos que ela derrotou.
Introdução da história e a luta contra Lami: a sensação diferente de cada arma
A protagonista é invocada de repente e largada numa masmorra, sem memória. Ao chegar ao acampamento da sábia Beatrice, ela aprende como recuperar as lembranças e qual caminho seguir. Durante a exploração, encontra Lami, uma garota que usa o mesmo uniforme que ela. Parecia ser uma companheira na mesma situação, mas, quando a protagonista queima um slime com o cajado de fogo que havia pegado pelo caminho, Lami, que tratava os slimes com carinho, fica furiosa, e começa a luta.
Nessa batalha, o apresentador usa uma espada grande obtida durante a exploração. Sobre o jogo, ele explica que os ataques dos inimigos são rápidos, enquanto os do jogador são mais lentos, o que torna difícil acertar os golpes até se acostumar. Há armas como a adaga, que pode ser brandida rapidamente mas tem pouca força, e armas como a espada grande, que têm muita força mas são difíceis de acertar, e ele destaca como atrativo a possibilidade de jogar de várias maneiras. Ao derrotar Lami em forma humana, ela se transforma num monstro gigantesco, e é preciso contra-atacar enquanto se desvia dos socos dos punhos esquerdo e direito. Ao ser derrotada, ela explode num efeito cheio de partículas, e uma calcinha sai rolando como espólio.
Depois, a protagonista reencontra Beatrice e ouve que aquele monstro era a verdadeira forma de um "servo do Rei Demônio". Segundo ela, derrotando os chefes chamados de servos do Rei Demônio, o selo imposto pelo Rei Demônio se desfaz e a protagonista recupera a memória. O apresentador manifesta dúvida, dizendo: "Será mesmo?".
Lutas contra a Yuki-onna e contra Rosie: escudo e ataques pelas costas
Na área de neve, uma Yuki-onna surge em meio a uma nevasca. À medida que os ataques se acumulam, a sombra desaparece e o corpo verdadeiro aparece, e a Yuki-onna invoca samurais bonecos de neve. O apresentador se defende com o escudo enquanto concentra os ataques no corpo verdadeiro. Ele avalia que o escudo deste jogo é excelente e que, quando vem um ataque, basta erguê-lo para que quase tudo se resolva. Na reta final, a Yuki-onna muda de forma e se divide em pequenas Yuki-onnas, e o apresentador comenta que é bom haver mudanças desse tipo, e não apenas um aumento gradual de força. Como não houve nenhum evento especial, ele brinca dizendo que era "uma Yuki-onna comum que atacou só porque estava passando por ali".
Em seguida, a protagonista encontra Rosie, uma garota de uniforme que adora carne. Ela se aproxima com intenções amigáveis, mas Rosie acha que ela veio roubar sua carne e se torna hostil. Rosie ataca em golpes curtos e rápidos, e aqui também o escudo faz a diferença. Quando Rosie se cansa de atacar e abre uma brecha, a protagonista se posiciona atrás dela, e o apresentador explica que vale a pena, pois os ataques pelas costas causam mais dano. Transformada em monstro, Rosie avança com investidas de corpo e ainda se recupera comendo os goblins que aparecem, o que torna a luta complicada se se arrastar, por isso o apresentador opta por reduzir a vida dela rapidamente. Contra a forma final de Rosie, que esperneia chorando e berrando, ele se esconde usando invisibilidade e a derrota com um golpe pelas costas.
Lutas contra o Mímico e contra Yuri: tática para buscar críticos
O que parecia ser um baú de tesouro era um Mímico, e a protagonista é envolvida por uma luz e transportada para um espaço misterioso. Primeiro, um pequeno Mímico com uma garota-gato dentro arremessa coisas como espinhas de peixe; ao derrotá-lo, uma garota-gato grande surge de um baú enorme e ataca enquanto transborda tesouros. O apresentador conta que já viu muitos Mímicos, mas que talvez seja a primeira vez que vê um tão luxuoso. Depois de derrotado, ele explode espalhando joias, cena que o apresentador encerra dizendo: "...e foi esse o sonho que eu tive".
A próxima adversária é Yuri, uma garota mágica que se esconde com magia de invisibilidade e que, pelo caminho, havia avisado várias vezes: "Não venha". A protagonista não se lembra de ter feito nada para merecer o rancor dela, mas, como são inimigas, a luta é inevitável. O apresentador continua usando a arma cujo alto poder de fogo ele havia gostado na luta anterior e aproveita a mecânica em que, depois de lançar a magia de invisibilidade, o próximo ataque é sempre crítico. Segundo ele, esse é o meio de causar mais dano no momento. Lidando com as hordas de mortos-vivos invocadas por Yuri, ele busca o golpe pelas costas, consegue de alguma forma se esquivar rolando dos ataques dela após a transformação em monstro e a derrota com o golpe final.
Luta contra Jun: arco, sapatos alados e o cenário
Na área do jardim da masmorra, a protagonista encontra Jun, uma garota de uniforme com aparência de inseto. Aqui, o apresentador elogia a beleza das cerejeiras ao fundo e o contraste entre luz e sombra, e também aprecia a mudança radical de cenário em relação à atmosfera sombria de antes.
Nessa luta, ele usa um arco de três disparos, recebido como agradecimento por ajudar uma pessoa em apuros pelo caminho. Brincando que "é três contra um, então a vitória é nossa" e que "dá para refletir com o escudo também, então na prática é quatro contra um", ele vai encurralando Jun aos poucos contra a parede. Depois que a forma humana é derrotada, Jun arranca o uniforme e assume uma forma com uma aranha gigante brotando dos joelhos. Contra ela, o apresentador equipa sapatos com asas e ataca flutuando no ar. Quando a chefe salta, ele invoca bolas de fogo e queima as teias de aranha. Essa magia consome muita mana, mas, como ele havia equipado itens de recuperação de mana, pôde usá-la sem se preocupar. Ele explica que, com teias de aranha no caminho, as flechas não passam, então quem for lutar com arco fica mais tranquilo queimando-as antes com as bolas de fogo.
O apresentador diz que derrotar a chefe rapidamente com armas de duas mãos é revigorante, mas que ir desgastando-a aos poucos com o arco também é divertido, e comenta que, como o jogo não tem tanto conteúdo de exploração e parece ter um fator replay surpreendentemente alto, deve ser divertido jogá-lo várias vezes com armas diferentes. Ao ser derrotada, Jun explode em partículas de flores de cerejeira, e o espólio é uma cinta-liga.
Luta contra Kana: adaga e escudo de espinhos
No último andar da área, a protagonista reencontra Kana, que havia conhecido no começo do jogo. Antes, ela tinha ajudado a procurar a katana que Kana perdera, mas, como Kana se divertia cortando os dedos de goblins, a protagonista se afastou discretamente naquela ocasião.
Desta vez, o apresentador leva uma adaga. Ele explica que é uma arma rápida, com alto dano crítico, adequada contra a ágil Kana. Além disso, o escudo de espinhos também é excelente: durante 1 segundo após uma defesa, os ataques se tornam críticos, ou seja, "é crítico o tempo todo, perfeito". Mesmo depois da transformação em monstro, ele continua atacando com a adaga pelas costas até derrotá-la. Desta vez, ela afunda sem deixar nenhuma relíquia. Relembrando os chefes até aqui, o apresentador avalia que o jogo atende a uma ampla gama de gostos: garota slime, garota "carnívora", garota morta-viva, garota inseto e assim por diante.
A verdade revelada por Beatrice
Nesse ponto, Beatrice conta a verdade. A protagonista não é alguém reencarnado em outro mundo, mas uma criatura mágica criada por Beatrice, e os inimigos que ela derrotou até então eram, na verdade, os humanos invocados. Surpreso, o apresentador reage dizendo "ou seja, a Beatrice é a mãe dela", e brinca que o penteado dela começou a parecer o de uma "madrinha da máfia".
Com todos os humanos que serviriam de sacrifício derrotados, está tudo pronto para absorver o poder do Rei Demônio, e Beatrice dá início ao ritual. A protagonista fica presa num lugar que parece uma colina de espadas, que o apresentador supõe ser "o cemitério dos fracassos anteriores". Atacada por fracassos muito parecidos com ela, a protagonista atravessa o campo de experimentos de seres artificiais e reencontra Beatrice, descobrindo que já não tem mais utilidade e que o plano é descartá-la ali.
Luta contra o chefe final e desfecho
Para o chefe final, o apresentador leva uma marreta, a arma mais pesada e de maior dano por golpe que ele possui. Ele a combina com equipamentos que aumentam o poder das armas de duas mãos e com um elmo que fica mais forte quando o personagem está à beira da morte. Como resultado, um único golpe causa 138 de dano, e ele comemora: "o cansaço do dia a dia vai embora". Ele também esmaga os lacaios invocados pelo chefe e o derrota.
Ao examinar o selo do Rei Demônio, descobre-se que ele havia apenas sido rebaixado à forma de Rei Demônio e que, originalmente, parecia ser algo sagrado. A protagonista destrói o selo, mas Beatrice já absorveu poder suficiente, e a protagonista, no estado atual, não tem força para derrotá-la. Surge a ideia de que isso seria possível apenas com uma lendária arma sagrada, e o apresentador repete várias vezes essa "lendária arma sagrada" para enfatizá-la.
Talvez por sentimento materno, Beatrice parece poupar ao menos a vida da protagonista, que consegue fugir. Um goblin bondoso, encontrado algumas vezes pelo caminho, mostra a rota de fuga, mas ele também havia sido vítima dos experimentos. Ele convence a protagonista, que estava desesperada, de que "estar vivo já é um lucro" e a leva para fora.
O apresentador conclui que, embora parecesse um jogo repleto de elementos de fetiche, o universo e a jogabilidade são bem amarrados, e que se trata de um jogo divertido, com fator replay surpreendentemente alto. Por fim, ele encerra o vídeo convidando os espectadores a descobrirem por conta própria o que teria acontecido se houvesse a lendária arma sagrada.
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