"Gyoza crocante chutando o balde", feito só com carne moída e massa de gyoza, e uma variação de sabor com molho estilo Big Mac
料理研究家リュウジのバズレシピTraduzido de 日本語
Neste episódio, o especialista em culinária Ryuji apresenta o tema "culinária para o dia de descanso do fígado", mas prepara um petisco que combina bem com bebida. O prato é um gyoza crocante que ele viu no TikTok e que "parecia absurdamente gostoso": basta passar a carne temperada na massa de gyoza e levar ao fogo. Não leva legumes nem exige fechar os gyozas. Ryuji apresenta a receita como algo tão preguiçoso que chega a dizer que "isso não é cozinhar". Mas, na hora da degustação, sua avaliação muda bastante, e no fim ele passa a chamá-la de "receita divina".
Os ingredientes são só carne moída e massa de gyoza
Segundo Ryuji, ele não tem muitas receitas que usam massa de gyoza. Os únicos ingredientes desta vez são carne moída e massa de gyoza. Quando a equipe pergunta se ele não vai colocar legumes, ele responde "porque dá preguiça" e faz só com carne.
Ele usa 200 g de carne moída mista. Carne de porco moída também funciona, mas a mista deixa um sabor mais marcante de carne, segundo ele. A carne estava na geladeira, quase no limite do prazo de validade, e a equipe chega a comentar que "a cor está no limite". Ryuji admite que "se não for hoje, não dá mais" e explica que vai usá-la toda porque detesta de verdade desperdiçar comida.
A proporção do recheio picante
Para o recheio, acrescente os seguintes temperos aos 200 g de carne moída mista e misture bem.
- Maionese: 1 colher de sopa
- Sal: meia colher de chá
- Pimenta-do-reino: 4 sacudidas
- Ajinomoto: 6 sacudidas
- Noz-moscada: 3 sacudidas (para tirar o cheiro forte)
- Alho em pó: 8 sacudidas
Ryuji chama isso de "recheio picante" e diz que depois é só passar na massa de gyoza e levar ao fogo. Quando a equipe pergunta se é uma "comida do vazio", Ryuji responde que é "comida de expediente".
O "molho para mergulhar estilo Big Mac" para variar o sabor
Como o prato consiste só em levar ao fogo, o próprio Ryuji diz que "qualquer um pensaria nisso" e, por via das dúvidas, prepara também um molho para variar o sabor. Fazer o molho é opcional, e o prato já fica bom sem ele. O motivo para fazê-lo: "como especialista em culinária, se for só levar ao fogo, fica sem graça, né?". O sabor original é simples, só salgado.
A proporção do molho é a seguinte.
- Maionese: 25 g
- Ketchup: 10 g (na gravação, foram 11 g)
- Mostarda amarela: 4 g
- Açúcar: 2 pitadas
- Sal: 1 pitada
- Alho em pó: 4 sacudidas
- Ajinomoto: 3 sacudidas
A mostarda amarela "aumenta a sensação de junk food", mas pode ser omitida se você não tiver, segundo ele. Quando a equipe diz que "parece hambúrguer", Ryuji concorda. A combinação de carne moída com massa de farinha de trigo é praticamente um hambúrguer, então, com esse molho, o sabor fica de hambúrguer: essa é a ideia. Ele também diz que quem gostar pode fazer o dobro do molho.
É só passar e pressionar
O modo de preparo é só esfregar o recheio na massa de gyoza, colocá-la na frigideira com o lado da carne para baixo e pressionar. Não precisa capricho ao espalhar, porque, ao pressionar, a carne se espalha por toda a massa. A equipe nota que as mãos não ficam sujas, e Ryuji conta que detesta como as mãos ficam sujas quando se fecham gyozas.
Não se usa óleo, porque a carne moída solta gordura e a maionese também é óleo. Quando começa a cozinhar, de fato aparece gordura saindo em volta da massa. Ele acrescenta que, se a frigideira não for antiaderente, é melhor usar um pouco de óleo. A quantidade que dá para fazer de uma vez depende do tamanho da frigideira, então o ideal é ir preparando as próximas enquanto as primeiras douram.
Como a camada de carne é fina, assim que dourar é só virar. Algumas partes da massa passaram do ponto e ficaram tostadas. Ryuji diz "se quiser fazer bonito, talvez seja melhor começar pelo lado da massa", mas, quando a equipe pergunta se começando pelo lado da massa isso não aconteceria, ele responde "não sei". É que ele nunca tinha usado massa de gyoza dessa forma. Ainda assim, ele afirma categoricamente: "cozinhar pode ser assim mesmo. Afinal, com certeza vai ficar gostoso".
A equipe comenta que é fácil a ponto de dar para fazer com as crianças e que parece um bom petisco para pais que não têm jeito para a cozinha. Ryuji brinca que dá para fazer até distraído, e que neste exato momento ele próprio está distraído. Com mais carne parece ficar mais gostoso, e como dá preguiça fazer muitas unidades, pode-se colocar uma camada mais grossa de carne, diz ele. "Cozinhar é livre, então façam do jeito que quiserem", acrescenta.
Nada de dizer "surpreendentemente saudável"
Enquanto cozinham, comentam que, acompanhado de alface, dá para comer legumes também, e que com o molho de antes vira "praticamente um hambúrguer". Também dizem que as crianças gostam de comida crocante, então devem adorar.
Quando a equipe diz que, sem precisar de óleo, é "surpreendentemente saudável", Ryuji nega: "não é saudável". Segundo ele, dizer isso é pedir para ser cancelado na hora. Ryuji comenta que o X (antigo Twitter) anda muito assustador ultimamente e que talvez haja tanta gente irritada porque a insatisfação com o mundo é grande e as pessoas querem queimar tudo o que puderem.
Se sobrar recheio, uma opção é comê-lo sobre o arroz. Como a área de massa que doura é maior do que no gyoza comum, fica bem crocante. Ryuji chama o prato de "crocante de carne chutando o balde".
Degustação: Ajishio e molho estilo Big Mac
No prato estão alface escorrida "quase morrendo", ponzu, Ajishio e o molho estilo Big Mac.
Primeiro, eles provam só com Ajishio. Pelo som da mordida, se empolgam dizendo que "faz barulho de coisa gostosa", e os dois avaliam que "tem um poder destrutivo". Ryuji se surpreende: "uma coisa dessas e fica gostoso, né?".
Em seguida, comendo com alface e mergulhando no molho estilo Big Mac, as reações são "mini Big Mac" e "é um Big Mac!". Ryuji diz "é melhor ter esse molho" e revê sua avaliação, afirmando que deveria vir sempre junto. Colocando alface no meio e dobrando como um taco, "tem gosto de McDonald's". A massa fica crocante e aromática, e surge até o comentário: "será que é permitido comer uma coisa tão gostosa de forma tão fácil?".
Estilo taco com Majisco, e com ponzu para acompanhar arroz
Por sugestão da equipe, eles colocam o Majisco, tempero criado pelo próprio Ryuji. O sabor fica picante como um molho de salsa e, junto com a alface, vira "um taco completo". Ryuji comenta que também é bom poder dar um toque de legumes com a alface, e que isso é indispensável para quem bebe.
Depois, combinam com arroz e colocam um ponzu aromático. Segundo Ryuji, é a mesma coisa que comer gyoza com molho, então não tem como não combinar com arroz. De fato, a avaliação é "com arroz fica ótimo" e "serve tanto para acompanhar arroz quanto como petisco".
Como os temperos são todos diferentes — Ajishio, estilo Big Mac, Majisco e ponzu —, não enjoa, e a conversa chega a "dá para fazer uma festa". Quando perguntam qual preferem, os dois hesitam, mas escolhem o molho estilo Big Mac. O melhor, segundo eles, é enrolar como um taco e mergulhar no molho. O ponzu foi considerado "uma boa opção" por combinar com arroz.
O cheiro da carne velha e um arrependimento quanto à quantidade
Sobre ter usado carne moída quase vencida, Ryuji diz que o aroma do alho em pó, da pimenta-do-reino e da noz-moscada eliminou totalmente o cheiro forte. A equipe também diz que não tinha percebido nada até ele mencionar.
Quanto à quantidade, houve um arrependimento. Com 200 g de carne, saíram umas 10 a 12 unidades, e os dois comeram tudo num instante. Ryuji diz que, para o gosto dele, o ideal seria fazer umas 15 unidades com 300 g de carne. Se sobrar recheio, é só colocar sobre o arroz e fazer um donburi. Ele acrescenta que, se quiser comer como gyoza, pode colocar nirá.
A textura transforma em "prato"
Como o recheio já é carne temperada, ele fica gostoso por si só. Mesmo assim, Ryuji diz: "a textura é mesmo importante". Assim como um simples pedaço de carne de porco vira tonkatsu quando empanado e frito, é a textura que transforma aquilo em um prato — essa é a visão de Ryuji. Os dois também se surpreendem com o fato de que, mesmo os que estavam empilhados no fundo do prato, continuaram com a massa crocante, sem amolecer.
No começo, Ryuji cozinhava com um sentimento de "vazio", mas diz que "deixou totalmente de ser vazio" e admite que fazia tempo que não ficava tão empolgado. A equipe concorda com a avaliação de que talvez seja a melhor coisa que ele preparou recentemente e diz torcer para que o vídeo faça sucesso. Por fim, ele encerra dizendo que o sabor é simplesmente delicioso e pede que todos experimentem essa "receita divina".
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