Ryuji faz uma "sopa de broto de feijão com Ajinomoto que queima gordura" depois de engordar 3 kg

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Visão geral

Especialista em culinária, Ryuji começa o vídeo anunciando: "Engordei". Foram 3 kg a mais: hoje são 58 kg, e o peso não volta aos 55 kg que Ryuji considera adequados. Neste vídeo, enquanto demonstra uma sopa para emagrecer, Ryuji expõe suas próprias opiniões sobre como a intensidade do sabor e os realçadores de umami influenciam a saciedade e sobre por que se deve evitar restrições alimentares extremas.

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Por que engordou 3 kg e a promessa de fazer mais receitas para emagrecer

Ryuji aponta como causas do ganho de peso os quadros de avaliação de comidas, as gravações de receitas de reprodução e as viagens a trabalho. Dessas, as viagens seriam o fator mais pesado. Segundo a explicação de Ryuji, durante as viagens se come muito desde a manhã, e por isso engorda. Muitos espectadores também comentaram "você engordou", e Ryuji aceita que, com 3 kg a mais, não há como reclamar. Por isso, promete fazer mais vídeos de receitas para emagrecer até recuperar o peso, e desta vez decidiu preparar uma sopa que queima gordura.

Ryuji conta que há opiniões variadas sobre o corpo de quem trabalha com culinária: não dá para confiar em especialistas de culinária magros, quem tem mais peso faz a comida parecer mais gostosa, ou, ao contrário, quem tem mais peso faz as pessoas pensarem "será que vou engordar se comer a comida dessa pessoa?".

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A tese de que "sabor forte emagrece"

Em resposta a isso, Ryuji diz que sua comida é, basicamente, comida que emagrece. O motivo é o sabor forte. Comidas de sabor intenso satisfazem em pequenas quantidades, enquanto comidas de sabor fraco só satisfazem se a pessoa comer muito. Dizem que as receitas de Ryuji são muito temperadas, mas elas são pensadas justamente para satisfazer com pouca quantidade.

Ryuji também fala sobre o Ajinomoto. Segundo Ryuji, os aminoácidos estimulam o centro da saciedade, e há dados que mostram que ingerir aminoácidos aumenta a sensação de satisfação, fazendo a pessoa se sentir cheia mesmo comendo pouco. Pela mesma lógica, muitos fabricantes acrescentariam aminoácidos ao leite em pó para que os bebês não mamem demais. A partir disso, Ryuji afirma que, usando Ajinomoto, é possível ficar satisfeito com pouco, o que pode ajudar na dieta. Mas o próprio Ryuji acrescenta: "Há controvérsias".

A sopa de hoje seria uma receita de reprodução de uma sopa de alho desenvolvida em parceria com a FamilyMart, que foi bem recebida.

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Os ingredientes e o significado de "sopa que queima gordura"

Segundo Ryuji, o segredo das receitas para emagrecer é usar ingredientes baratos e fáceis de preparar. São cinco ingredientes: repolho, broto de feijão, tofu firme (momen), retalhos de carne de porco e alho. Na carne de porco, escolhem-se as partes com menos gordura, porque a barriga de porco engorda. Quem quiser algo ainda mais rigoroso pode usar fatias de frango. Quem gosta de broto de feijão pode colocar até o dobro.

O alho é tratado como um ingrediente que aumenta a satisfação. Por outro lado, quanto ao "queima gordura" do nome, Ryuji explica que a sopa não faz a gordura queimar. A ideia é substituir refeições por uma sopa que combina legumes e carne, garantindo os nutrientes.

No meio do vídeo, há um momento em que Ryuji brinca com o fato de estar bebendo durante a gravação. Ryuji diz que, pessoalmente, tem a impressão de que o álcool não engorda tanto, porque, ao beber, acaba não comendo muito petisco. Mas recorda que, ultimamente, passou a comer bastante por causa das pesquisas de receitas. Também conta que, ao mostrar a um amigo um vídeo antigo de napolitana, ouviu: "Você está magríssimo" — parecia outra pessoa.

Por que usar um pouco de óleo e a ideia de "não ir aos extremos"

O preparo começa pelo alho. São 20 g, ajustáveis a gosto. Picar é trabalhoso, então o alho é fatiado.

Ryuji explica que a característica da sopa que queima gordura é usar carne magra e pouco óleo. Mas isso não significa não usar óleo nenhum. A gordura é importante para o corpo, e o pior de tudo é a mentalidade do "tudo ou nada". Não consumir nenhuma gordura, nenhum carboidrato, nenhum sal — esse tipo de abordagem não é bom. O óleo é essencial para o organismo, e não consumi-lo de forma alguma causa problemas de saúde. Diz-se que lámen e arroz engordam, mas não comê-los de jeito nenhum também faz mal à saúde, afirma Ryuji.

Ryuji observa que as pessoas não querem estudar nutrição e por isso se encantam com a ideia de que "basta comer só isto". Ryuji também às vezes diz "comendo só isto, você emagrece", mas acrescenta que nisso está implícito que "se continuar assim para sempre, vai ficar com a saúde ruim". A sopa de hoje foi equilibrada para que possa ser consumida continuamente. Mas, como não tem carboidratos, a posição de Ryuji é que não há problema em comer um pouco de arroz em outro momento.

O óleo recomendado é o de arroz. Óleo comum de salada também serve, mas o de arroz dá mais sabor. A quantidade é uma colher de sopa, e Ryuji diz que, nessa medida, não atrapalha o emagrecimento. A carne pode ser de pernil ou de frango; escolha peças com pouca gordura branca.

Ryuji continua dizendo que o importante é comer tudo com moderação. Quando decide emagrecer, a pessoa tende a cortar frango frito, donburi e lámen, mas Ryuji pede que se coma isso uma vez por semana, mais ou menos — do contrário, a dieta realmente não se sustenta. Admite que, tendo engordado, falta credibilidade ao argumento, e explica que precisa comer por causa do trabalho. Acredita que, se largasse o trabalho, voltaria ao peso anterior, mas brinca que, se largasse, todo mundo ficaria triste.

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Chips de alho e a opinião sobre realçadores de umami

O alho é tostado no óleo até virar chips de alho. Coisas de aroma forte aumentam a satisfação, então o alho é um aliado da dieta, diz Ryuji. O outro aliado seriam os realçadores de umami.

Segundo Ryuji, há muitíssimas pessoas que emagreceram com suas receitas. Pensando no motivo, Ryuji supõe que seja porque a maioria das receitas de dieta não usa realçadores de umami. Quem quer emagrecer passa a ter uma preocupação maior em comer coisas boas, e por isso a comida para emagrecer acaba sendo confundida com a comida orgânica e sem aditivos, que não usa realçadores de umami. Mas, na visão de Ryuji, o orgânico não tem nada a ver com emagrecer — e, pelo contrário, às vezes coisas feitas artificialmente são mais eficazes para a dieta.

Os chips são retirados depois de desligar o fogo e reservados. Quem se incomodar com o óleo que sobrou pode descartá-lo, mas, como ele está perfumado com alho e a quantidade é pequena, Ryuji o usa assim mesmo.

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Por que escolher tofu firme

Os ingredientes vão para a panela. Primeiro, o tofu. Ryuji diz que o tofu fornece proteína e é barato, então é ótimo para receitas de emagrecimento, e recomenda o tofu firme em vez do sedoso. Quando alguém da equipe pergunta se é por causa da textura, Ryuji confirma e explica que, mais precisamente, é porque aumenta o número de mastigações. Dizem que mastigar bem estimula o centro da saciedade, e o tofu firme, por ter mais textura, faz mastigar muito mais — essa é a lógica.

Alguém da equipe comenta que mastigar bem também melhora a digestão e conta que se preocupa com isso porque o corpo muda com a idade, e que tem procurado caminhar. Ryuji reconhece que, se dá para emagrecer caminhando, é melhor caminhar, e que fazer isso só pela alimentação, na verdade, não é o certo. Ainda assim, diz rindo que quer emagrecer só com a alimentação.

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Repolho, água e tempero: shoyu e caldo de iriko

Corte em pedaços grandes cerca de 300 g a 250 g de repolho. Pode colocar quanto quiser. A água é de 700 ml. O baixo custo dos ingredientes também é um ponto importante: Ryuji e a equipe comentam que, por ser barato, é fácil manter.

O tempero é bem simples, e a sopa fica parecida com a de um motsunabe. São três colheres de sopa e meia de shoyu, que dão o sal. O caldo seria normalmente Hondashi, mas Ryuji usa duas colheres de chá de caldo de iriko, que anda adorando ultimamente. Com Hondashi também fica gostoso, mas o caldo de iriko dá mais profundidade. A equipe também diz usar caldo de iriko, e o preço baixo é elogiado. Ryuji afirma que o caldo de iriko pode substituir o Hondashi em quase tudo e o recomenda, já que dá um sabor diferente do habitual.

Em seguida, acrescenta-se Ajinomoto. Dar umami aumenta a satisfação, então colocar glutamato para aumentar a saciedade é um método bastante eficaz, diz Ryuji.

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A carne vai depois, e o broto de feijão são dois pacotes

Quando ferver, a sopa está basicamente pronta assim que o repolho e a carne cozinharem. Questionado sobre variações de legumes, Ryuji responde que pode colocar qualquer coisa e recomenda especialmente cogumelos, que com certeza combinam.

Perguntado por que a carne entra nesse momento, e não desde o início, Ryuji explica que é porque ela endurece se cozinhar demais. Pode ser depois que o repolho cozinhar, e carne de pernil para shabu-shabu também serve. Dá para colocar nirá, mas, como desta vez a ideia é fazer barato, entram dois pacotes de broto de feijão, que é barato. Ter essa quantidade de legumes está ótimo, segundo Ryuji.

A quantidade não é pensada em número de pessoas: rende de 5 a 6 refeições, porque é para usar em uma dieta de substituição de refeições. Por fim, os chips de alho voltam à panela e entra pimenta-do-reino. Pode ser moída grossa ou em pó, mas Ryuji coloca "três vezes o que você imagina". O broto de feijão por cima ainda está cru, mas cozinha rapidinho. Os chips de alho crocantes são mergulhados na sopa para comer. Os retalhos de porco tendem a grudar, mas basta separá-los.

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Degustação: "melhor uma tigela forte do que cinco fracas"

Na degustação, comenta-se que o alho está bem marcante e que o umami do Ajinomoto tem profundidade. Perguntado se o sabor não parece fraco, Ryuji responde que não. Repete aqui a tese do início: em vez de comer cinco tigelas de sabor fraco, é melhor resolver com uma tigela de sabor forte. Não falta absolutamente nada, segundo Ryuji.

Ryuji diz que, normalmente, sem óleo a satisfação não aumenta. Esta sopa lembra um motsunabe, mas tem pouco óleo. Mesmo assim, satisfaz — e isso, na opinião de Ryuji, é efeito do Ajinomoto. O aroma de iriko e o sabor de peixe também agradam, e usar iriko foi a escolha certa. Com Hondashi, talvez ficasse um pouco mais leve, comenta. A equipe avalia: "Zero culpa".

Durante a degustação, rolam brincadeiras sobre o corpo da equipe, e há um momento em que todos pedem mutuamente: "Tenham mais tato".

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Mudança de sabor e sugestões de como comer

Para mudar o sabor, acrescenta-se um pouco do "Majisco", produto lançado por Ryuji. Depois de mencionar o efeito da capsaicina, Ryuji elogia: a acidez e o umami aumentam ainda mais a satisfação, e a leve ardência é ótima. Mesmo comendo tudo isso, a culpa é zero, e Ryuji diz já estar bastante satisfeito.

Por fim, vêm as sugestões de como comer. Dá para comer a sopa sozinha, e, como o tempero foi pensado para combinar com arroz, também se pode servir uma porção pequena de arroz para acompanhar. Pode-se cozinhar macarrão no caldo que sobrar para fechar a refeição, e colocar macarrão de konjac ou macarrão sem carboidratos também é muito bom. Ryuji convida o público a não reprimir o apetite neste outono, a estação do apetite, e a fazer dieta junto com esta sopa — e assim termina o vídeo.