Ryuji prova o malatang autêntico do Yang Guo Fu Malatang praticamente pela primeira vez
料理研究家リュウジのバズレシピTraduzido de 日本語
Neste episódio, o pesquisador culinário Ryuji come malatang na unidade de Ueno do Yang Guo Fu Malatang. A guia é a atriz e personalidade Koyuki Sugasawa, que se descreve como "veterana do malatang". Ryuji comeu o prato uma vez, há cerca de 10 anos, e chegou a publicar uma receita recriando-o. Mas fazia tempo que não comia o malatang autêntico, desde que o prato virou moda, e entra no restaurante dizendo: "Eu não sei de nada, tá?". A seguir, apresentamos a escolha dos ingredientes, o preparo dos molhos, a degustação e a conversa entre os dois, nessa ordem.
Por que a "veterana do malatang" recomenda o Yang Guo Fu
Sugasawa entrou neste restaurante pela primeira vez por volta de 2021. Ela conta que entrou meio por acaso e que ninguém falava japonês, mas a comida era deliciosa. Ela lembra que, na época, não havia nada escrito em japonês no salão, e os clientes locais comiam assistindo ao YouTube.
Segundo Sugasawa, há várias linhas de caldo de malatang, e o Yang Guo Fu é do tipo "um pouco mais encorpado". Entre restaurantes com caldos mais leves, este é o seu favorito. Também surgiu o assunto de que, pelo que ela ouviu dizer, vídeos de pessoas comendo malatang costumam ter muitas visualizações. Ainda assim, Sugasawa diz que o prato não faz sucesso por estar na moda, e sim por ser gostoso. A Ryuji, que não sabia de nada, ela disse: "Quanto menos você sabe, mais empolgante fica" e "A partir daqui é a Disneylândia".
Os ingredientes você mesmo coloca na tigela
Neste restaurante, o cliente pega os ingredientes que quiser com uma tigela e um pegador, e a casa os prepara e serve. No início, Ryuji ficou surpreso com o tamanho da tigela. Sugasawa acrescenta que alguns outros restaurantes servem o prato em combos.
Nas prateleiras há ingredientes conhecidos, como legumes, cogumelos e coentro, mas a maioria é desconhecida. Sugasawa citou o tofu congelado como clássico e recomendou também a carne bovina e o bucho de favo. Há pés de frango (momiji) e também um ingrediente popular de textura elástica. Este último Sugasawa nunca tinha comido e pegou pela primeira vez naquele dia. Ela disse ainda que o cordeiro "quase sempre fica gostoso quando você coloca", que o sangue de pato também é clássico, que o coentro é "obrigatório" e que adora o fungo branco.
É preciso ter cuidado com a quantidade. Quando se ultrapassa um certo valor (neste restaurante, 1.000 ienes), vêm 80 g de macarrão de cortesia, então quem pega macarrão demais acaba com uma porção impossível de terminar. Sugasawa recomendou ir experimentando um ingrediente de cada vez para descobrir os favoritos.
Ryuji escolheu pés de frango, tofu de queijo, polvo, tendão bovino, folhoso, bucho de favo, cartilagem de porco, himetake e outros, e, nas palavras dele: "Olha, eu só coloquei carne". Sugasawa respondeu que tudo bem, já que o malatang não é uma comida voltada para o lado saudável. Ao que parece, ir acumulando ingredientes enquanto se fica indeciso também é uma situação típica do malatang.
Depois de pagar, escolhe-se o tipo de macarrão de cortesia (grosso etc.), o caldo e o nível de picância. Ryuji pediu o caldo mala à base de osso de porco no nível superpicante, e Sugasawa pediu picância normal. A tigela de Ryuji custou 1.200 ienes.
Dois molhos para mergulhar
Neste restaurante, também é possível preparar o próprio molho para mergulhar. Sugasawa diz que sempre faz dois tipos. Um é refrescante, com vinagre preto, cebolinha, açúcar e alho. O outro tem base de gergelim com óleo, amendoim e cebolinha, e serve para suavizar a picância e acrescentar doçura. Na opinião de Sugasawa, qualquer combinação do que está disponível costuma ficar gostosa.
Ryuji adicionou cebolinha, algo picante e alho ao molho de gergelim e disse: "Gergelim com óleo de pimenta combina, né?". Ele também fez o molho de vinagre preto e comentou que, pelo vinagre preto que ele conhece, fica melhor com um pouco de açúcar.
Enquanto preparavam os molhos, os dois concordaram que "malatang não é saudável". Ryuji contou que sempre pensou: "Isso aqui é muito Jiro". Sugasawa disse que é "o Jiro que as garotas adoram", e Ryuji reformulou: "o Jiro que dá pra justificar". O motivo é que dá para comer legumes também.
Um caldo cremoso, com bastante gergelim
Depois de brindarem com cerveja, os dois provam primeiro o caldo. A primeira reação de Ryuji foi: "Não é tão picante". Segundo Sugasawa, este é do tipo com bastante gergelim, denso e cremoso. Ela diz que o famoso Chipao tem uma picância mais adormecente e segue uma direção diferente da do Yang Guo Fu.
Ryuji disse: "Olha, entendo por que a pessoa fica viciada" e recomendou comer molhando no molho. Quanto ao preço, avaliou que, com esse conteúdo, 1.200 ienes está "ótimo". O motivo é que um lámen sem coberturas também custa uns 1.200 ienes.
O macarrão é bem grosso, e Ryuji diz que a textura firme, de mastigar com vontade, lembra a do Jiro. Ele chamou a tigela com cartilagem de porco de "estilo pancada" e apontou que há muito óleo boiando. Sugasawa acrescenta que dá para personalizar o prato e deixá-lo mais saudável, tirando a picância ou escolhendo o caldo de osso bovino.
Uma "caça ao tesouro" de ingredientes enquanto se come
Ao comer o tofu de queijo, Sugasawa explicou assim a graça do malatang: há ingredientes cujo sabor você não conhece, e, quando chega a hora de comer, você já nem lembra o que colocou. Aí acontece o encontro: "O que é isso? Que gostoso". Ryuji reformulou: "Parece uma caça ao tesouro".
Sobre o ingrediente elástico que provava pela primeira vez, Ryuji disse: "Talvez seja a coisa mais elástica que já comi na vida" e "Mais elástico que mochi", e comentou que talvez fique viciado. Os dois avaliam que o folhoso e o bucho de favo combinam muito bem com o caldo. Um ingrediente parecido com pão frito estava encharcado de caldo. Ryuji também comeu pela primeira vez na vida uma massa de peixe chamada de "circo" nas legendas.
Não esfria, não empapa e faz suar
À medida que comia, Ryuji foi comentando o que percebia. Como uma película de óleo cobre a superfície do caldo, ele demora a esfriar, e, como o macarrão é grosso, não empapa muito. Por isso, na análise dele, o prato é bom também para quem come devagar.
A picância vem depois, e os dois suaram muito. Sugasawa diz que o malatang, mais do que saudável, ajuda a aliviar o estresse com essa sensação de suor que vai chegando aos poucos. Ryuji, que tinha bebido no dia anterior, respondeu: "Tá saindo tudo de ruim" e "Detox". Ryuji, que normalmente quase não se exercita, também disse: "Acho que sou quem mais suou no YouTube".
O favorito de Ryuji: pés de frango
O ingrediente de que Ryuji mais gostou naquele dia foi o pé de frango. Doce e gelatinoso, ele recomenda: "Coloquem pé de frango, com certeza". Os ossos foram todos retirados, restando só um pouco de cartilagem, e Ryuji ficou impressionado: "Isso dá um trabalho enorme". Ele diz que o sabor lembra o de porco, mas com uma sensação de colágeno ainda mais forte.
Ryuji também deu uma referência para a quantidade de ingredientes: os do tipo kamaboko enchem a barriga, então um ou dois; massas de peixe como o "circo", um; e miúdos crocantes podem entrar em quantidade razoável.
Sem macarrão, delivery e diferenças entre restaurantes
Sugasawa também apresentou outras formas de aproveitar o prato. O macarrão vem automaticamente, mas dá para pedir sem, transformando o malatang em petisco para acompanhar bebida. Quando o restaurante está cheio e fica difícil ficar muito tempo bebendo, como o Yang Guo Fu também atende pelo Uber, ela diz que dá para pedir por delivery e ir comendo aos pouquinhos enquanto bebe. Quando Ryuji perguntou: "Você não está recebendo pra fazer publi, né?", Sugasawa respondeu: "Eu só adoro mesmo".
Sugasawa diz que gostaria que ele experimentasse outros restaurantes também. Assim como no lámen, a composição do caldo é totalmente diferente em cada lugar: há os com mais cara de molho de gergelim, os mais leves, os de picância adormecente e assim por diante. Quando Ryuji disse "Não é pra todo mundo", Sugasawa respondeu: "Acho que é por isso que faz sucesso". Na visão dela, é porque todo mundo consegue encontrar a tigela que "é a minha cara". Ela também recomendou que, numa segunda visita, ele prove o caldo de osso bovino sem picância.
Ryuji há 10 anos e Sugasawa em 2021
A experiência anterior de Ryuji foi a de que, desta vez, o malatang estava "muito mais gostoso" do que no restaurante onde ele tinha ido antes. Ele acha que, na época, sem entender muito bem, escolheu algo como um combo de degustação. Nas palavras dele: "Não entendi muito bem, comi uma coisa que não entendi muito bem e escrevi sem entender muito bem".
Em sua primeira visita, em 2021, Sugasawa não recorreu ao combo de degustação. Num restaurante sem nada escrito em japonês, ela perguntou a um funcionário por gestos "o que é isso", e alguém saiu lá de dentro e foi colocando ingredientes dizendo "recomendo". Mas, sem saber dos 80 g de macarrão de cortesia, ela colocou uma enorme quantidade de macarrão e acabou com uma porção inacreditável de malatang. Talvez por haver poucos clientes japoneses, na saída uns três funcionários a acompanharam até a porta do restaurante.
Conversa: a visão sobre "garotas" e as polêmicas
No final da refeição, Ryuji comentou que o bom do malatang é poder comer sem se preocupar com calorias e ter a sensação de estar se nutrindo com os legumes, seja como for na realidade. Quando ele continuou com "É igual às garotas que adoram massa, né?", Sugasawa rebateu: "O que você está falando, todo suado?" e "Que coisa de tiozão". Ryuji explicou que acha que as mulheres "são extraterrestres" e que não entende como elas funcionam. Quando Sugasawa provocou: "Você chora fácil, né?", Ryuji contou que caiu em prantos com o filme Your Name.. Só que, segundo ele, as pessoas em volta e a pessoa que assistiu com ele estavam impassíveis. Sugasawa concluiu que, pelo jeito, Ryuji é quem pensa mais como uma garota.
O assunto passou para as polêmicas. Sugasawa disse que Ryuji parece não ligar, mas na verdade liga, e que então era melhor não se jogar no fogo. Ryuji respondeu que a maldade é enorme e que dá vontade de saber de onde ela vem. Ele contou que, uma vez, quando disse que um prato pronto da Muji "não era para ele", ouviu "Você não entende porque tem paladar ruim" e virou alvo de polêmica. Sugasawa respondeu: "É pessoal, né?" e "Não é todo mundo que é assim", e acrescentou que, embora os dois adorem malatang, com certeza há quem diga "que diabos é isso?".
O Seijo Ishii também entrou na conversa. O vídeo do Seijo Ishii gravado em fevereiro foi publicado seis meses depois, e as roupas pesadas de pleno inverno foram ao ar em pleno verão. Nos comentários, há pedidos para comparar os pratos prontos do Seijo Ishii. Ryuji disse que o curry do Seijo Ishii que comeu em um vídeo anterior estava gostoso.
Tigelas vazias; a próxima parada é outro restaurante
Os dois comeram tudo. Há macarrão, mas como são 80 g, não fica tão pesado, segundo eles. Suando muito numa gravação em pleno inverno, Ryuji relembra: "Pareceu meio que um detox, me senti renovado". Ele avaliou o malatang, que pode ser aproveitado de várias formas: "Acho que isso é bom, de verdade".
Por fim, os dois combinaram de visitar outras redes, como o Chipao, e também restaurantes de malatang independentes, e o vídeo terminou.
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