"Arroz com repolho do diabo", de Ryuji, e molho de wasabi feito com tsuyu

Traduzido de 日本語

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Visão geral

Este é um vídeo patrocinado em que Ryuji, especialista em culinária, prepara dois pratos usando o "Kore! Uma!! Tsuyu", da Yamasa. O prato principal é um "arroz com repolho" feito na frigideira de ferro fundido (skillet), e o acompanhamento é uma salada de alface com molho de wasabi preparado com o mesmo tsuyu. Enquanto cozinha com agilidade, Ryuji comenta que mesmo um preparo desleixado fica bem gostoso e que, em vez de comprar molho para salada pronto, basta prepará-lo na hora.

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As circunstâncias da gravação e por que o repolho

Logo no início, Ryuji explica que o cliente deveria acompanhar a gravação, mas como Ryuji pegou um resfriado naquele dia, a gravação foi refeita em outra data. Os temas são o "Kore! Uma!! Tsuyu", do qual Ryuji é representante oficial, e um arroz com repolho para comer bastante repolho.

Sobre a escolha do repolho, Ryuji diz que é um vegetal bem conhecido pelo alto valor nutricional e que, na sua percepção, está entre os três primeiros dos alimentos vendidos no supermercado. Naquele dia havia um repolho grande à mão, e o ponto de partida foi a vontade de comê-lo com arroz.

Mas, como só repolho, carne e arroz seria pouco, Ryuji discute com a equipe qual seria o acompanhamento. Uma sopa chegou a ser cogitada, mas a equipe queria "algo mais leve" e, ao ouvir que esse tsuyu também serve para saladas, decidiram fazer uma salada de alface.

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Recuperando alface murcha com a "lavagem a 50 graus"

A alface usada estava começando a murchar. Ryuji apresenta a "lavagem a 50 graus", que, segundo dizem, faz a alface murcha voltar à vida ao ser mergulhada em água a 50 °C. A água quente da casa sai a 43 °C, mas Ryuji considera que isso já basta e mergulha a alface na água da torneira. As partes estragadas devem ser removidas, e basta deixar de molho por uns 10 a 15 minutos.

O ideal seria usar uma centrífuga de salada para escorrer a água, mas a de casa está rachada e vaza por ali. Rindo, Ryuji conta que se esqueceu de comprar uma nova e, mais tarde, acaba escorrendo a água com essa centrífuga quebrada. O motivo para escorrer bem a água, explica, é evitar que a água restante dilua o sabor do molho.

Ao ver a alface tirada da água quente, a equipe comenta: "Está um pouco mais firme do que antes", e Ryuji responde: "Ficou mais firme, né?".

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Molho de wasabi: é só misturar

Os ingredientes do molho são apenas Kore! Uma!! Tsuyu, óleo, wasabi e vinagre. Ryuji descreve o tsuyu como "o melhor do mentsuyu e do shiro-dashi juntos" e conta que é representante oficial do produto há 2 a 3 anos.

Para dar um toque japonês, usa óleo de arroz, mas diz que azeite de oliva também serve. Misturar tsuyu e óleo na proporção de 1 para 1 dá o ponto certo, e então entra o wasabi. Ryuji coloca bastante: cerca de 8 centímetros do tubo. Quando a equipe comenta que "não se vê muito molho de wasabi por aí", Ryuji responde que é extremamente gostoso.

Primeiro, prova sem vinagre e, dizendo "fica melhor com vinagre", acrescenta acidez. A proporção final de referência é de cerca de 2 de óleo, 2 de tsuyu e 1 de vinagre. Ryuji enfatizou repetidas vezes como é simples: basta despejar sobre os vegetais crus para ficar bem gostoso.

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Arroz com repolho na skillet, uma porção de cada vez

Segundo Ryuji, o mais prático é fazer o arroz com repolho numa skillet ou numa frigideira pequena. Coloca-se azeite de oliva e usam-se 120 g de repolho cortado de qualquer jeito.

A gravação aconteceu no fim de janeiro, e o repolho usado era o comum. Quando a equipe pergunta se repolho de primavera também serve, Ryuji responde que não tem problema nenhum. Também revela que, como vídeos patrocinados precisam ser entregues com antecedência, não dá para gravar em cima da hora, e por isso as gravações acontecem 1 a 2 meses antes da época da safra.

A receita é para uma porção porque assim é mais fácil de fazer. Para duas porções, basta usar duas frigideiras e dobrar a quantidade, segundo Ryuji.

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Rebatendo a fama de "só pensar em dinheiro"

Enquanto corta o repolho, Ryuji muda de assunto. Por fazer muitos trabalhos patrocinados por empresas, às vezes ouve que "só pensa em dinheiro", e admite que, entre especialistas em culinária, é de longe quem mais faz esse tipo de trabalho. Comenta ainda que provavelmente muitos colegas de profissão também pensam assim.

Diante disso, Ryuji rebate dizendo que essa forma de pensar é realmente ruim e que é melhor apoiar quem se esforça no trabalho. Conta que no passado também pensava assim, mas percebeu que isso não beneficia ninguém. E continua: se estivesse ganhando dinheiro enganando as pessoas, poderiam criticar à vontade e até impedir que voltasse a aparecer na TV aberta ou em outras mídias, mas não engana ninguém; tudo o que faz é cozinhar.

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Fritando a barriga de porco: pode ser desleixado, pode queimar

São 80 g de barriga de porco, cortados grosseiramente e colocados na skillet. "Para fazer comida gostosa não precisa de capricho", diz Ryuji, e quando a equipe responde "é uma receita preguiçosa, então", Ryuji ri e diz que todas são receitas preguiçosas. Refoga-se com sal e pimenta, e quem quiser comer bastante carne pode colocar 100 g ou até 200 g. Outra vantagem citada é que, fazendo na skillet, sobra pouca louça para lavar.

Perguntado sobre a intensidade do fogo, Ryuji responde: "No olho". O ferro conduz bem o calor e queima rápido, mas, segundo Ryuji, queimado também fica gostoso. Por outro lado, faz um alerta: usar a skillet no fogão de indução faz queimar com muita facilidade. De fato, durante a gravação, havia um forte cheiro de queimado e bastante fumaça.

Sobre a combinação de repolho e carne de porco, Ryuji diz que é "garantida" e absolutamente gostosa, e já na etapa do refogado comenta que "só isso já é gostoso". Quando terminar de dourar, desliga-se o fogo por um momento, já que dá para reaquecer depois.

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Molho salgado espesso com dois tipos de caldo

Com o fogo desligado, prepara-se o molho. A 2 colheres de chá de Kore! Uma!! Tsuyu junta-se caldo de frango em pó. Ryuji conta que ultimamente tem gostado muito de combinar dois caldos diferentes, e aqui une o sabor umami de bonito do tsuyu ao caldo de frango. Mistura-se também 1 colher de sopa de saquê e meia colher de chá de amido de batata para engrossar. O motivo: fica mais gostoso com o molho espesso.

Quando a equipe pergunta se dá para trocar a carne de porco por frango, Ryuji responde que fica gostoso e que bacon ou qualquer outra coisa também combina.

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Montagem em aro, com manteiga e molho por cima

Sobre os ingredientes, colocam-se 200 g de arroz quente. Nesse momento, usa-se o aro redondo já conhecido dos vídeos de arroz frito de Ryuji. Ao encher o aro com arroz, ele fica perfeitamente redondo e a aparência melhora muito. A equipe comenta: "Parece um prato executivo".

Com a skillet chiando, colocam-se 10 g de manteiga sobre o arroz e despeja-se o molho salgado espesso preparado antes. Por fim, espalha-se cebolinha picada e polvilha-se pimenta-do-reino preta, e está pronto.

Na hora de comer, segundo Ryuji, o melhor é ir misturando tudo de qualquer jeito. Dizendo que é extremamente fácil, Ryuji chamou o prato de "arroz com repolho do diabo".

Durante a gravação, houve também um momento em que a posição da câmera foi alterada por orientação do diretor responsável pelo enquadramento e pela imagem. Ryuji comenta que o produtor e o diretor estão fazendo bem o seu trabalho.

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Uma salada desleixada basta, a comida do dia a dia é assim

Enquanto o arroz com repolho fica pronto, a alface é escorrida na centrífuga quebrada e a salada é finalizada. Com o apoio da equipe, coloca-se kanikama por cima e despeja-se o molho de wasabi. Achando que faltava algo, Ryuji diz que alga nori com certeza combina com salada de wasabi e acrescenta nori torrada rasgada à mão.

Aqui Ryuji diz que é especialista em culinária, não chef, e por isso uma salada desleixada como essa basta; a comida do dia a dia pode ser assim e, aliás, tem que ser assim. E afirma também que esse tipo de salada desleixada é a mais gostosa do mundo.

Ryuji também deixou escapar um desabafo: esse tsuyu serve mesmo para muita coisa, mas usá-lo demais acaba parecendo propaganda, então gostaria de experimentar outros temperos também.

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Com ovo e a parte tostada

A gosto, pode-se quebrar um ovo por cima. "Não tem como ovo não combinar", diz Ryuji. Como o ferro está quente, ao misturar o ovo fica mal passado, e o bom é comer essa parte. Ryuji acrescenta que, ao colocar o ovo, vale ajustar com um pouco de sal e pimenta.

No fundo se forma uma parte tostada, como uma crosta, e Ryuji pede que ela seja comida junto. Segundo Ryuji, onde o repolho tostou e ficou adocicado, o umami do caldo de frango vem com força.

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Degustação: a doçura do repolho e uma leveza inesperada

Quem da equipe provou se surpreendeu: "É umas cinco vezes mais gostoso do que eu imaginava", e disse que um pouco tostado é o ideal. Ryuji acha que o repolho fica mais doce e gostoso quando bem cozido. Além disso, outra vantagem é que, ao cozinhar, ele perde volume, então dá para comer bastante.

A equipe já tinha comido muito nas gravações daquele dia, mas disse que esse conseguiria comer inteiro. Diante do comentário de que esperavam algo pesado, por causa da gordura do porco e da manteiga, mas que surpreendentemente era leve, Ryuji explica que é porque a quantidade de vegetais é maior. E acrescenta que esse tipo de comida é exatamente o que gosta de comer: é simples e ainda serve para aproveitar aquele repolho que sobrou pela metade.

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A avaliação da salada e "não precisa comprar molho pronto"

Sobre a salada, a equipe elogiou a combinação de nori e wasabi e ficou surpresa ao saber que o molho levava apenas tsuyu, óleo de arroz e wasabi. A alface também pareceu fresca. Quem não tinha visto a cena da lavagem a 50 graus disse que, se não tivessem contado, não teria percebido que era uma alface recuperada.

Ryuji diz que não entende muito bem quem compra molho de salada pronto. Em casa também não tem nenhum, porque, se comprar, não consegue usar tudo. Como é só misturar e dá para fazer apenas a quantidade necessária a cada vez, Ryuji acha que preparar sempre na hora é definitivamente melhor.

Sobre esse molho de wasabi, Ryuji avalia que é a receita mais fácil de fazer entre as mais recentes e que provavelmente será bem avaliada. Também conta que o tsuyu parece ter sido reformulado recentemente, com o sabor um pouco diferente. A parceria já está em cerca de seu terceiro ano, e como Ryuji já publicou muitas receitas com esse tsuyu, convida o público a conferi-las também.

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A crosta tostada é exclusividade da skillet: preço e cuidados

Por fim, mostrando a crosta tostada no fundo, Ryuji enfatiza que essa sensação de tostado só se consegue com a skillet. Em frigideiras antiaderentes de Teflon a comida não gruda, então fica difícil obter o aroma tostado e o toque defumado. Dá para fazer na frigideira comum, mas com a skillet de ferro fica ainda mais aromático, explica Ryuji, para quem os utensílios também influenciam no sabor.

Quando a equipe pergunta se a skillet não é cara, Ryuji responde que há modelos na faixa de 1.000 ienes em lojas como a Nitori e recomenda: vale muito a pena comprar. Quanto aos cuidados, depois de lavar esfregando com palha de aço, é preciso sempre levá-la ao fogo para secar, porque se ficar com água ela enferruja. Ryuji acrescenta que, mesmo enferrujada, basta remover a ferrugem com palha de aço para que ela volte a ficar boa.

Para encerrar, ao lado do arroz com repolho marcado pelo tostado, Ryuji diz que, pessoalmente, acha o molho de wasabi tão gostoso que é uma "receita para a vida toda", e recomenda aos espectadores que experimentem fazê-lo.