Ryuji compara o "Hiyashi Buta Mazemen supervisionado pelo Tomita" da 7-Eleven e prepara sua própria versão de mazesoba frio com porco

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Visão geral

A 7-Eleven lançou o Hiyashi Buta Mazemen, macarrão frio misturado com porco "supervisionado pelo Chuka Soba Tomita". Ryuji provou o produto com um membro da equipe que estava presente e o comparou também com o "Deka Buta Ramen", versão quente supervisionada pelo mesmo restaurante. Em seguida, pensou em como fazer funcionar um "estilo Jiro frio" e criou uma receita própria com ingredientes que dá para encontrar na loja de conveniência. A avaliação de Ryuji sobre o Hiyashi Buta Mazemen é claramente severa. O motivo apontado foi que o macarrão e o molho não combinam.

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Um produto raro: estilo Jiro frio

A gravação aconteceu num feriado da Golden Week, época em que o calor estava começando. O Hiyashi Buta Mazemen custa 734 ienes, e os dois reagiram com "é bem caro" e "anda caro ultimamente, né". Ryuji conta que nunca tinha visto um produto frio no estilo Jiro ou de lámen com porco. As calorias ficam em torno de 700 a 800 kcal.

Ao abrir a embalagem, os dois se surpreenderam com a quantidade de ingredientes. O caldo para despejar por cima é do tipo grosso e encorpado, e contém óleo. Como o óleo não endurece mesmo frio, Ryuji deduziu que não é de origem animal, mas vegetal. Sobre o aroma, os dois o descreveram como "cheiro de molho de salada" e "aroma de molho de salada com alho", e Ryuji suspeita que haja vinagre.

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Degustação: o misterioso "negócio vermelho" e a estranheza do macarrão

Logo ao começar a comer, Ryuji disse que o ingrediente vermelho da cobertura estava gostoso. Mas não havia descrição, e não dava para saber o que era. Segundo Ryuji, tinha um sabor parecido com katsuobushi. O membro da equipe também provou, disse que era "um sabor que nunca tinha comido" e acrescentou que no X (antigo Twitter) todo mundo dizia que era gostoso. Sobre a cobertura com sabor de camarão, Ryuji comentou que "fica mais gostoso com ela".

Mesmo assim, Ryuji passou um tempo pensando no que fazia o prato não encaixar. A conclusão a que chegou foi: "Sinceramente, forçaram esse macarrão aqui, né" e "Provavelmente fica mais gostoso com um macarrão normal". O membro da equipe concordou que havia uma leve estranheza no macarrão e chegou a dizer que "tem uma cara de coisa feita às pressas".

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Motivos da avaliação: textura do macarrão e equilíbrio do molho

Na avaliação formal, Ryuji também deu uma nota dura e, dizendo que "há um motivo claro", explicou o seguinte.

Primeiro, o macarrão não combina com a versão fria. Quando servido frio, o macarrão fica firme demais, então Ryuji supõe que o tempo de cozimento tenha sido aumentado. Por isso, embora tenha mais firmeza que um macarrão comum, deixa a desejar. Como o caldo vem separado e não há risco de o macarrão empapar, poderia ter mais textura — essa é a visão de Ryuji.

Segundo, o molho não acompanha a textura do macarrão. Ao misturar um pouco de maionese, Ryuji sentiu que o conjunto se ligou um pouco mais, mas afirmou que teria sido melhor se o molho fosse um pouco mais espesso.

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Comparação com o "Deka Buta Ramen" quente

Para comparar, também havia o lámen quente com porco "Deka Buta", supervisionado pelo mesmo Tomita. O preço é o mesmo, 734 ienes, e vem com pedaços graúdos de alho. As instruções mandam aquecer no micro-ondas por 7 minutos e 10 segundos sem tirar a tampa. O membro da equipe já tinha comido uma vez e terminado tudo, e diz preferir a versão quente. O motivo é que esse macarrão parece combinar mais quando está quente.

Enquanto esperavam, os dois conversaram sobre macarrões frios de loja de conveniência. O membro da equipe contou que, há tempos, comeu um que não era gostoso e, desde então, quase não compra mais. Ryuji diz que costuma cozinhar macarrão frio em casa e firmá-lo em água com gelo, então acaba inevitavelmente comparando com o que faz. Para quem come macarrão frio de loja de conveniência todo dia, talvez a avaliação seja "gostoso entre os macarrões frios". Mas, comparado ao seu próprio hiyashi chuka, não chega nem perto — essa é a opinião sincera de Ryuji.

O Deka Buta aquecido tinha um aroma bem mais intenso que o da versão fria. Ryuji disse que "pelo mesmo preço, este é melhor", e avaliou que é encorpado, bem salgado e que, para um macarrão refrigerado, o macarrão não é fraco. Segundo Ryuji, também é elogiado no universo dos vídeos curtos, como o TikTok. Por outro lado, comentou que tem bastante óleo e calorias e que não daria para comer tudo.

O membro da equipe adorou este. Deu uma nota alta "do ponto de vista de produto de loja de conveniência" e disse que é o tipo de coisa que gostaria de comer quando está superestressado, e que ama macarrões grossos que se comem em grandes garfadas. Ryuji demonstrou surpresa, já que essa pessoa costuma ser rigorosa com lámen. O próprio Ryuji também disse que, como lámen refrigerado, achou bem bom, e que, com esse volume, 734 ienes talvez seja um preço justo.

Depois de provar tanto a versão quente quanto a fria, Ryuji decidiu preparar sua própria versão de mazesoba frio com porco.

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O molho do mazesoba frio com porco ao estilo Ryuji

Segundo Ryuji, lugares como o Butayama também têm opções de mazesoba no cardápio, e elas fazem sucesso. Como estilo Jiro é sinônimo de alho, entra 1 dente picado. Colocar demais poderia dar dor de barriga, então Ryuji ficou em 1 dente.

O molho é feito direto na tigela. As quantidades são as seguintes.

  • Shoyu: 1 e 1/2 colher de sopa
  • Açúcar: 1 pitada
  • Ajinomoto: 1/3 de colher de chá ("quando se fala em estilo Jiro, é isso", diz Ryuji)
  • Óleo de arroz: 1 colher de chá
  • Chuka Aji: 1/3 de colher de chá
  • Vinagre: 1/2 colher de sopa
  • Alho em pó: 5 sacudidas

Há um motivo para usar óleo de arroz: na versão fria, a banha endurece. O óleo de gergelim também foi evitado, porque deixaria o prato com cara demais de comida chinesa. O Chuka Aji contém extrato de porco, então serve para acrescentar o umami do porco. A pasta de gergelim chegou a ser cogitada, mas foi considerada desnecessária, e o vinagre entrou para dar um toque de hiyashi chuka. Mencionando que o produto de antes lembrava molho de salada, Ryuji diz que este molho vira um ótimo tempero.

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Ingredientes: kit de legumes para refogar da loja de conveniência e porco em lascas

A ideia era usar moyashi, mas não foi possível encontrar. Por isso, Ryuji usou meio pacote (130 g) do kit de legumes variados para refogar da loja de conveniência. Como também tem repolho, a escolha pareceu adequada. Os 80 g de porco em lascas são cozidos e escorridos numa peneira. Mesmo cozinhando só por um instante, o porco solta sabor, e envolvê-lo no molho de shoyu já basta para que fique com gosto de porco.

Os legumes são cozidos por 1 a 2 minutos. No meio do processo, o celular travou e não foi possível filmar a cena de colocar os legumes. Os legumes cozidos são resfriados em água corrente junto com o porco e bem espremidos para tirar a água. O tempero inicial leva 1/2 colher de sopa de shoyu e 4 sacudidas de Ajinomoto, e tudo vai para a geladeira. Porém, Ryuji alerta que, se esfriar demais, o porco endurece, então basta resfriar levemente. O ponto positivo desta receita, diz Ryuji, é que dá para comer bastante legume. Se não tiver porco em lascas, pode-se usar chashu comprado pronto; nesse caso, basta temperar só os legumes.

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Macarrão e finalização

O macarrão é o extragrosso para lámen com porco comprado na 7-Eleven. Segundo Ryuji, a moda deu uma acalmada e ultimamente ele está sempre à venda. A embalagem indica 10 a 11 minutos de cozimento para servir frio, e os dois perceberam que ele também serve para a versão fria. Desta vez, o macarrão foi cozido mais firme, resfriado em água corrente e bem espremido para tirar a água. Em pleno verão, o ideal seria água com gelo, mas como ainda era Golden Week, a água corrente bastou. Na versão fria, escorrer bem é essencial.

Ryuji explicou a intenção deste molho da seguinte forma: combinar um shoyu marcante com o umami do porco, realçador de sabor e óleo vegetal, para que funcione mesmo frio. Ao tentar reproduzir o óleo do lámen com porco, ele inevitavelmente endurece na versão fria, então não dá para usar banha.

Coloca-se o macarrão na tigela, os legumes por cima formando uma montanha e o alho picado no topo. O que Ryuji diz que "tem que fazer de qualquer jeito" é a maionese: um pouco ao lado. Além disso, polvilhar ichimi togarashi deixa o vermelho em destaque. Ryuji também disse que essa maionese é uma homenagem ao Hiyashi Buta Mazemen comercial.

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Degustação: 1 pitada de sal e "misturar tudo"

Dizendo que mazesoba só funciona se misturar tudo, Ryuji misturou o conjunto inteiro junto com a maionese. Segundo Ryuji, misturar a maionese dá mais corpo. Depois de provar e acrescentar 1 pitada de sal, Ryuji disse: "Ficou gostoso demais".

O membro da equipe também reagiu com "que delícia" e disse que, assim, o macarrão combina. A impressão foi de que, no produto de antes, só o macarrão não combinava. Ryuji explica que, sem um sabor intenso assim, o macarrão domina. Decompondo o umami, o lámen com porco chega bem perto quando se carrega no shoyu e no óleo. O corpo da maionese reforça o caráter de lámen com porco, e os legumes ficam crocantes e em boa quantidade. Ryuji também afirmou que, como é diferente do sabor clássico do lámen quente com porco, consegue se diferenciar bem.

O membro da equipe disse que é fácil de comer por não ser oleoso. Ryuji respondeu que o óleo é só o de arroz e a maionese, então não é tanto assim. Na tigela vazia sobrou bastante molho, e como o óleo fica no fundo, a quantidade de óleo realmente ingerida deve ser pequena. Ryuji acredita que usar porco em lascas em vez de barriga de porco também contribuiu para a leveza. O membro da equipe contou que, com barriga de porco, às vezes começa a enjoar no meio e se arrepende.

Para fazer em casa, basta usar só moyashi em vez do kit de legumes para refogar, e nesse caso pode-se colocar cerca de 150 g de moyashi, diz Ryuji. A quantidade total dá para uma pessoa comer sozinha, e os dois comeram tudo dizendo que "ainda cabia mais".

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"Provar e reproduzir é como fazer uma missão de videogame"

Entre uma garfada e outra, Ryuji contou que ultimamente tem gostado desse tipo de quadro. Reproduzir algo que comeu é "como fazer uma missão de videogame". O membro da equipe revelou que tinha uma certa preocupação: e se não conseguisse reagir bem ao prato preparado, já que não dá para mentir. Ryuji respondeu que, se não estivesse bom, não deixaria provar já na hora da degustação.

Por fim, Ryuji encerrou dizendo que saiu uma receita bem bacana de soba frio com porco, perfeita para a estação que está chegando, e que vale a pena experimentar.