Sete dias à deriva numa jangada: o desafio que o grupo de MrBeast chamou de o mais difícil que já fez
MrBeast ミスタービーストO vídeo acompanha Jimmy (MrBeast) e quatro amigos durante sete dias numa jangada de madeira em alto-mar, depois que o barco de apoio se afasta e os deixa por conta própria. A proposta é simples: sobreviver uma semana com os materiais deixados a bordo por especialistas em sobrevivência. Na prática, o grupo constrói e reconstrói abrigos, enfrenta chuva, frio, calor, enjoo, falta de sono e água contaminada. Ao longo do vídeo, os próprios participantes repetem que essa foi a experiência mais dura que já fizeram.
A premissa: cinco pessoas, uma jangada e nenhuma estrutura pronta
Logo na abertura, Jimmy apresenta a situação: a jangada está, nas palavras dele, "a incontáveis quilômetros da civilização", e o grupo vai ficar preso ali por sete dias, "gostando ou não". Quando o barco se afasta, alguém comenta que já nem consegue vê-lo. Participam Jimmy, Nolan, Tareq, Chris e Lazar (LazarBeam).
Jimmy explica que pediu a especialistas em sobrevivência que equipassem a jangada com madeira, corda e o necessário para construir um abrigo. A primeira prioridade apontada é a sombra, porque sem ela o grupo se queimaria ao sol durante a semana. O desafio, porém, começa mal: Jimmy diz que escolheram "o pior dia pra começar", já que as nuvens indicavam uma tempestade a caminho, e a luz do dia já estava acabando.
Primeiro dia: uma tenda improvisada e a chegada de Bryan
A primeira estrutura é montada às pressas, armada "como se fosse uma tenda", entre machucados nos dedos e muita confusão. No meio da construção, um pássaro pousa perto da jangada. O grupo fica empolgado e decide batizá-lo de Bryan. Alguém sugere, em tom de brincadeira, pegar um peixe ou usar a faca e a machadinha. Os outros reagem e mandam guardar as ferramentas, e a cena termina com "Calma, Bryan, era só uma piada". Bryan se torna um personagem recorrente até o final do vídeo.
Segundo Jimmy, o resto do dia foi gasto construindo o abrigo, com exceção de Tareq, que passou o tempo filmando com o drone. Nesse primeiro dia também é apresentado o estoque: um caixote com comida para os cinco durante os sete dias e dois barris com toda a reserva de água. Os primeiros goles já trazem más notícias. A água está "bem quente", e alguém reclama que havia terra no copo.
A primeira noite: calor, enjoo e cheiro de suor
Ao escurecer, o grupo abre um caixote marcado como "dormir", na esperança de que os guias de sobrevivência tivessem preparado algo útil. Tudo está molhado. A explicação dada é que "tudo fica molhado num barco". A cobertura disponível é mínima. Um dos participantes diz que não sabia o que estava aceitando fazer, reclama do calor e do balanço constante, e afirma estar à beira de vomitar, cercado de gente suada. Outro ironiza: se o cheiro já está assim no primeiro dia, como estará no sétimo?
A noite é descrita como "muito tensa", e dormir parece impossível por causa das ondas. Para piorar, Bryan vai embora pela manhã, deixando o grupo chamando por ele.
Segundo dia: chuva, brigas e a construção de um abrigo de verdade
No segundo dia, a meta passa a ser um abrigo permanente e resistente ao tempo. Jimmy conta que pediu bastante madeira para construir uma "casa bem maneira", mas admite não saber direito como fazer isso. Disseram a ele apenas que aquele material bastaria. Ironicamente, assim que o trabalho começa, cai uma chuva forte. Há correria para salvar objetos, como um travesseiro de tubarão, e a tensão vira discussão. Alguém grita com Nolan dizendo que nada está sendo feito direito e que é preciso escutar o grupo. Outro participante chega a dizer, em tom de desabafo, que quer bater em Nolan. O único consolo citado é que, com a chuva, ninguém precisa tomar banho.
A chuva também revela uma questão prática: onde fazer as necessidades. O grupo percebe que precisa construir tudo, incluindo privada, abrigo e fogo. Quando a chuva passa, a estrutura provisória é desmontada para dar lugar a algo melhor. O enjoo derruba parte do grupo, que pede pausas e diz não conseguir mais levantar. Um dos participantes reclama que só uma pessoa está trabalhando enquanto "os outros dois" estão largados. Ainda assim, os construtores comemoram ter erguido uma parede "todos juntos", e a narração reconhece que, apesar do enjoo, era preciso o grupo inteiro para concluir o abrigo.
No meio do trabalho, alguém avista uma baleia, e o momento é celebrado como prova de que a experiência "fica cada vez melhor". Um dos participantes resume o aprendizado até ali: abrigo, água e "não ficar perto do Nolan" são coisas que nunca mais vai desvalorizar. Uma escada é construída para facilitar o acesso ao telhado. Mesmo assim, Jimmy diz se arrepender de ter feito um desafio de sete dias em vez de um de 50 horas, como em outros vídeos, porque o balanço constante da jangada o deixa com vontade de vomitar. Ao pôr do sol, o acampamento está organizado. Na segunda noite, uma cama ainda está quebrada e alguém teme vomitar dentro do abrigo. Um dos participantes diz que nunca esteve tão cansado na vida.
Terceiro dia: rotina, água acabando e uma pescaria fracassada
No terceiro dia, a construção ainda está de pé, o que Jimmy considera uma vitória, embora os rangidos da estrutura durante a noite tenham "alimentado os pesadelos" de alguém. A narração diz que o grupo começa a entrar no ritmo: a rotina da manhã inclui urinar num canto específico da jangada, comer barras de chocolate no café da manhã e beber a água morna do barril.
A preocupação com os recursos aparece em números: depois de 36 horas, um dos barris já está pela metade, e um participante estima que a água vai acabar no sexto dia. Com comida e água diminuindo, Jimmy tem a ideia de olhar o que há embaixo da jangada e encontra muitos peixes. O grupo decide tentar pescar o jantar, mas, segundo a narração, depois de horas não pega "absolutamente nada". A conclusão bem-humorada é que pescar é mais difícil do que ser youtuber.
Cansados, desidratados e com fome, recorrem às rações. Havia no inventário lenha para uma fogueira e panelas. Um participante explica como montar o fogo, começando por tocos menores, passando aos médios e terminando com a lenha grande. O resultado é um feijão enlatado incrementado com tomate e vagem, recebido com entusiasmo exagerado. Foi a primeira refeição quente em dias, mas, segundo a narração, consumiu boa parte das rações. Um dos participantes diz se sentir melhor e acha que os dois primeiros dias foram os piores. Outro confessa que ainda não conseguiu ir ao banheiro e que essa é sua maior preocupação. A noite seguinte volta a ser difícil, com a jangada sacudindo muito.
Quarto dia: forte danificado e água contaminada
Ninguém consegue dormir, e durante a noite o grupo perde a parte de trás do "forte". A manhã é tensa. Nolan está chateado porque a cama quebrou, e alguém diz que Nolan "está no limite". Com trovões no horizonte, um participante jura que não vai aguentar se voltar a chover.
O problema mais sério do dia é a água. Alguém deixa a concha cair dentro do barril. Como ninguém tomava banho havia dias, retirá-la com as mãos deixaria a água nojenta. Segundo a narração, por causa dessa contaminação, um terço da água deixou de ser segura para beber. Um participante diz que não vai beber daquilo de novo e pede para pular direto para quando a água acabar.
Nesse ponto, Jimmy faz um comentário sobre o próprio canal: "por algum motivo", quando ele mais sofre, o público mais assiste. Ele cita como vídeos mais populares aqueles em que se enterrou vivo e em que passou um tempo na solitária, e diz esperar que os espectadores estejam felizes por vê-lo sofrendo de novo. Depois de quatro dias, há também uma comemoração cômica: Lazar finalmente consegue usar o balde, e o momento ganha até uma música improvisada.
A maior tempestade do desafio
No fim do quarto dia, as nuvens escuras anunciam chuva a noite toda. A narração antecipa que aquela seria a maior tempestade do desafio. O grupo tenta se preparar: Tareq conserta um lado do forte, Chris conserta o telhado, e Jimmy passa a filmar. Um participante se preocupa porque não há nenhuma lona cobrindo a estrutura. O vento aumenta, os pregos acabam e trabalhar fica muito difícil.
À noite, tudo piora. O abrigo vaza por todos os lados e é descrito como "o oposto de à prova d'água". Há um buraco bem em cima da cama de alguém. Os relatos vão do humor ao desespero: alguém diz que deviam ter gravado aquilo num estúdio, "mas não, a gente tinha que ser o canal de verdade, que não faz coisas falsas". Outro participante pede para encerrar o vídeo. Jimmy responde que tentou convencer todos a não virem e que eles quiseram vir. Um dos participantes chama aquela de a pior experiência da vida.
Segundo a narração, a tempestade piorava a cada hora. Desesperados, tentaram usar as camas como proteção contra a chuva e ficaram sem lugar para dormir, congelando. Alguém duvida que o grupo aguente os sete dias daquele jeito. A chuva, de acordo com o relato, durou cerca de vinte horas sem parar, e o grupo passou a noite em pé.
Quinto dia: reconstruir, secar e fechar o abrigo
Encharcados e exaustos, os cinco se forçam a secar as coisas e reconstruir o acampamento. A jangada está "um desastre". Um participante compara a situação a desafios anteriores e diz que está mais difícil do que na Antártica e do que no vídeo do deserto. A lata da fogueira está ensopada, então não há como fazer fogo nem jantar. Além disso, a comida também molhou, e só uma parte dela era segura para comer. Um dos participantes reflete que antes tinham estabilidade, comida e camas secas e não deram valor a isso.
A resposta é fechar o abrigo para não repetir aquela noite. Com cordas e abraçadeiras, o grupo sobe e prende os painéis para deixar o espaço mais quente. O argumento é direto: na noite anterior tremiam de frio, então é melhor ficar quente e seco do que frio e molhado. Alguém improvisa um grande varal para pendurar as coisas molhadas, na esperança de ter uma toalha seca no dia seguinte. Queimados de sol, cansados e desidratados, passam o resto do dia dormindo.
Ao acordar, Bryan reaparece. O grupo comemora e chama pelo pássaro, mas ele vai embora de novo, o que rende a piada de que ele "superou" o grupo. Com dois dias restantes, comida acabando e água contaminada, alguém diz que estão "praticamente morrendo". Há ainda um cardume enorme ao lado da jangada e o balde de dejetos começando a feder.
Sexto dia: a primeira noite seca e o calor extremo
Os relatos do dia seguinte começam pela noite da tempestade, descrita como uma das piores da vida: tremendo, molhados e sem dormir no meio do oceano. Ainda assim, alguém diz que "superamos". Jimmy volta a chamar o desafio de sete dias de "uma decisão horrível". A boa notícia é que a nova fortaleza reforçada funcionou. Lazar conta que chuviscou às quatro da manhã, e outros participantes nem perceberam. Um deles diz ter dormido a noite inteira. Jimmy resume que acrescentar cinco dias a um desafio de 50 horas o deixa muito mais tenso e chama de impressionante o fato de estarem flutuando em alto-mar "num pedaço de madeira".
O novo obstáculo é o oposto do anterior: depois de tremerem de frio duas noites antes, agora sofrem com um calor insuportável. Parte do grupo pula na água para se refrescar, enquanto outros improvisam algo para gerar vento e ar fresco. A natação termina mal, porque uma água-viva queima um dos participantes, deixando inchaço e marcas vermelhas. Isso leva à pergunta: "Por que o mar odeia a gente?". Durante boa parte do dia, segundo a narração, fazia tanto calor que não dava nem para andar no deck.
A última noite e o fim do desafio
Com o pôr do sol e menos de 24 horas restantes, o grupo fica mais otimista. Um participante diz que este foi, sem dúvida, o pior vídeo de desafio de que já participou, mas que a experiência o fez valorizar coisas que normalmente não se valorizam: banho, comida e uma privada que funcione. Ele promete nunca mais usar um balde. Há uma última confusão quando a cadeira de Jimmy quebra, e alguém brinca que Jimmy comeu a comida toda. Na última noite dormindo juntos, as despedidas misturam alívio e ironia.
Depois de uma noite de sono descrita como ótima, Bryan aparece mais uma vez, agora, segundo eles, acompanhado da família, como se viesse se despedir. O grupo agradece ao pássaro e diz que ele os protegeu na noite em que estavam sem abrigo. Quando alguém sugere que ele é "só um pássaro qualquer", recebe um "cala a boca".
No balanço final, um participante fala de uma "montanha-russa" de memórias. Outro responde que a melhor memória vai ser ir embora. Jimmy contabiliza mais de 150 horas num pedaço de madeira flutuante e diz que, mesmo sendo a coisa mais difícil que já fez na vida, o grupo teve bons momentos. O vídeo termina com o barco de resgate surgindo no horizonte, os cinco gritando para sinalizar sua posição e alguém, já de saída, anunciando que vai "meter o pé daqui".
A gente tá à deriva numa jangada no meio do mar e lá se vai o nosso barco. Vamo ficar à deriva por sete dias. Faltam quantos dias? Sete dias. Droga!
Essa jangada tá literalmente a incontáveis quilômetros da civilização e, gostando ou não, eu e os meus amigos estamos presos aqui. E não vai ser nada fácil.
Isso tá muito louco. Não para de chover. A gente tá no fundo do poço agora. Esse desafio passou de divertido pra um pesadelo de verdade muito rápido.
Cara, olha como o barco tá bem longe. Nem tô conseguindo ver... O primeiro passo: a gente vai se queimar se a gente não tiver uma sombra.
Eu pedi pra especialistas em sobrevivência equiparem a jangada com madeira, corda e tudo que a gente precisa pra construir um abrigo.
Vamo começar, gente. Já tamo ficando sem luz. Ai, eu peguei esse lado... Ai, meu dedo. Agora a gente arma isso aqui como se fosse uma tenda, gente.
Escolhemos o pior dia pra começar. Como dá pra ver nas nuvens, vai começar uma tempestade. Aaah!
O primeiro passo é montar uma estrutura pra cobrir a gente. Também, já que vamo ficar aqui por sete dias, precisamos de um lugar pra se esconder do sol, pra gente não ficar queimado. É, isso que dá pra fazer.
E falando em animais, enquanto a gente construía... Isso aconteceu.
Ah, um pássaro! Ele tá vindo na nossa direção. Ai, meu Deus. Olha só. Um pássaro! Isso!
Que doideira, vamo dar um nome pra ele. Bryan! Bryan? Bryan? Bryan!
E se você pegasse um peixe? Me escuta. Ele tá olhando pra mim, ele sacou. Jimmy, é só falar. Guarda essa faca aí. Beleza, eu vou guardar a faca. E a machadinha.
Calma, Bryan, era só uma piada. Esquece o pássaro, a gente tem que construir um abrigo. A gente é amigo.
Enquanto o Bryan assistia, passamos o resto do dia construindo o abrigo. Tirando meu amigo Tareq, que passou o dia filmando tudo com o drone. E eu nem fiquei bolado.
Dentro desse caixote tem comida pra nós cinco pelos próximos sete dias. Ai, meu Deus. E toda nossa reserva de água pros próximos dias tá nesses dois barris.
A água tá boa? Tá bem quente. Tamo ferrado. Tinha terra no meu copo.
Tá ficando escuro e tá escrito "dormir" naquele caixote. Espero que os guias de sobrevivência tenham preparado alguma coisa. Por que tá tudo molhado? Tudo fica molhado num barco... Tô pronto pra dormir. Eu quero dormir.
Ok, é a primeira noite e o Bryan tá bocejando. Isso é horrível. Isso é toda cobertura que tem...
Eu não sabia o que eu tava aceitando fazer. Tá quente, esse troço não para de mexer e eu acho que eu vou vomitar. E eu tô cercado por um monte de gente suada. Homem suado. Se vocês tão fedendo assim no primeiro dia, como é que vai ser no sétimo dia? Ai, droga.
Nossa primeira noite de sono foi muito tensa. Dormir é impossível, essas ondas tão me matando. E pra piorar as coisas, o nosso melhor amigo Bryan abandonou a gente de manhã. Bryan! Bryan!
Apesar disso, tinha chegado a hora da gente construir um abrigo permanente e resistente ao tempo.
Como a gente transforma isso numa estrutura habitada? Com certeza alguma coisa aqui vai servir. Por sorte, pedi pra botarem um monte de madeira aqui pra gente construir uma casa bem maneira. Como a gente constrói uma casa? Eu não sei direito. Mas falaram que com isso dá pra fazer uma casa. Mas, ironicamente, assim que começamos...
Vai rápido! Tá chovendo! Não joga! Toma aqui! Jimmy, pega o meu travesseiro de tubarão! Toma! Toma! Toma!
Mas que inferno. Tá tenso... Ah! Nolan! Se segura! Jesus Cristo. Você não tá fazendo nada direito. Você tem que escutar a gente! Por que você tá gritando? Porque você não me ouve! Eu quero bater no Nolan...
É só chuva! Cala a boca! Pelo menos a gente não tem que tomar banho. Isso é tão ruim... E ainda faltam seis dias...
E onde a gente caga? A gente tem que construir uma privada. O quê? A gente tem que construir tudo aqui... A gente tem que construir a privada, construir o abrigo, fazer fogo, fazer tudo.
Assim que a chuva parou, a gente começou a construir as coisas básicas pra poder sobreviver, começando pelo abrigo. Desmontando em prol de algo melhor, viu.
Pausa de cinco minutos pra mim. Eu também preciso de uma pausa, eu tô enjoado. Ai, eu tô fora dessa. Precisa pegar isso aqui, mas eu não consigo mais levantar.
Você tá fazendo todo o trabalho e os outros dois trouxas tão largados ali. Eu tô sofrendo. A gente construiu uma parede! É, construímos uma parede. Todos nós. Todos nós.
Apesar do enjoo, a gente precisava de todo mundo pra construir o abrigo. Agora é só trazer mais pra cá. Isso aí. Isso aí! Com quantos youtubers se constrói uma estrutura como essa, gente?
Jimmy, olha! Aquilo é uma baleia? O que foi? Eu acho que é uma baleia. Que loucura. Ai, meu Deus! Ai, cara! É uma baleia mesmo. Isso é insano! Essa experiência fica cada vez melhor.
Abrigo, água, não ficar perto do Nolan... Nunca mais vou desmerecer essas coisas...
Eu acho que seria muito útil fazer uma escada primeiro. A gente tem uma escada agora. Tem só quatro minutos que eu construí isso aqui. Após horas construindo, finalmente chegamos a um lugar.
Me arrependo amargamente de fazer um desafio de sete dias em vez de um desafio de cinquenta horas, que nem nos outros vídeos. A gente tá indo pra frente e pra trás. Isso é horrível. Tô com vontade de vomitar.
E finalmente, assim que o sol tava se pondo... O acampamento agora tá organizado.
Segunda noite. Minha cama ainda tá quebrada, mas eu vou conseguir dormir hoje porque eu tô bem cansado.
Agora eu vou dormir. Talvez eu vomite aqui dentro. Tá. Cara, só falta dormir. Eu tô gravando vlog. Foi mal, eu te acordei sem querer. Eu tô me sentindo mal.
Acho que essa foi a vez que eu fiquei mais cansado na minha vida inteira.
Tamo no terceiro dia e de algum jeito a construção não desmoronou. Considero isso uma vitória. Os barulhos que esse troço fez enquanto eu dormia durante a noite alimentaram os meus pesadelos.
No terceiro dia começamos a entrar no ritmo. Nossa rotina de manhã era mijar num cantinho específico.
Cara, quem faz vlog no canto do xixi? Eu não vou me mexer.
Tomar café da manhã sobrevivendo com Feastables. É tudo que eu preciso. E beber água quente de barril. Eu tô desidratado. Eu preciso disso.
Já passaram 36 horas e um dos barris de água já tá na metade. Isso é bom ou é ruim? Eu acho que vai acabar no sexto dia.
Com a comida e água acabando, eu tive uma grande ideia. Tô curioso pra saber o que tem debaixo do barco. Cara, tem tanto peixe embaixo da gente. Então a gente decidiu tentar pescar o nosso jantar, mas não tivemos muita sorte...
Por que isso demora tanto? Eu preciso forrar meu estômago. Bryan! Bryan! Bryan! Ajuda a gente a pescar.
Acontece que pescar é mais difícil que ser youtuber. Depois de horas não pescamos absolutamente nada. Por que não podemos pescar nada? Eu desisto...
A gente tava cansado, desidratado e com fome, então fomos forçados a vasculhar nossas rações.
Pessoal, agora vamo fazer um banquete! Isso, gente. Uhul, hora do banquete! Meia boca... É, vamo nessa.
No nosso inventário tinha madeira pra fazer uma fogueira e panelas pra cozinhar.
Você pega a lenha grande e faz tocos um pouco menores, aí você faz um toco médio e usa lenha grande no final.
Olha esse feijão, gente! Eu tô tão animado! Olha só isso. Isso parece ótimo. Eu tô com muita fome. Dá pra notar que eu tô no mar há três dias. Dá sim! Quando eu fiquei tão animado assim com o feijão enlatado, hein?
Olha só, eu fiz isso com amor. Não é só um feijão enlatado. Agora tem tomate, tem vagem também. Não precisa falar, eu já tô babando.
Foi a nossa primeira refeição quente em dias, mas custou boa parte das nossas rações, então fizemos questão de aproveitar.
Eu tô me sentindo melhor. Acho que os primeiros dois dias foram os piores. A gente tava ficando maluco aos poucos, mas agora tá suportável.
Eu ainda não fui ao banheiro. É a minha maior preocupação agora.
Olha, eu tô com muita dificuldade pra dormir. A jangada tá sacudindo pra caramba. Não vou mentir, eu tô sofrendo. Tomara que amanhã seja melhor.
Nenhum de nós conseguiu dormir. Perdemos a parte de trás do forte à noite. A casa precisa de reparos.
A situação tá bem tensa aqui hoje de manhã. O Nolan tá chateado que a cama quebrou. Ai, meu Deus! Nolan tá sofrendo. Ele tá no limite agora. Calma, vai ficar tudo bem.
Ele largaria o canal se eu fizesse isso. Essa é facilmente a pior... Ai, trovoada. Eu juro, se começar a chover de novo, eu não vou aguentar.
E pra piorar a história, sem querer deixamos a concha cair no barril de água. E como a gente não tomava banho há dias, se a gente pegasse a concha, a água ficaria nojenta.
Eu não vou beber isso de novo, não. Pula logo pra quando a água acabar.
Por causa da contaminação, um terço da água não era mais segura pra gente beber.
Por algum motivo, quando eu mais sofro, vocês mais assistem... Os nossos vídeos mais populares foram quando eu me enterrei vivo, quando passei um tempo na solitária... Espero que estejam felizes. Eu tô sofrendo de novo.
Não é fácil sobreviver numa jangada, mas depois de quatro dias longos, o Lazar finalmente tá cagando. Pode tocar uma música para comemorar. O LazarBeam tá cagando...
Tá vendo como aquelas nuvens ali tão bem pretas? É, vai chover a noite toda. A noite vai ser um saco.
A gente ainda não sabia, mas a maior tempestade do desafio todo tava vindo na nossa direção. Quando vimos ela chegando, a gente tentou se preparar o máximo possível.
Mal posso esperar por outra chuva destruindo tudo de novo. O Tareq tá consertando esse lado do forte, o Chris tá consertando o telhado e agora eu sou o cameraman, por algum motivo. Uma tempestade está por vir.
Ai! E enquanto eles consertam o abrigo pra tempestade... Eu vou falar pra vocês da Shopify, porque deve chover até o final do desafio. A parada vai ficar feia, hein.
A Shopify é uma plataforma que permite que qualquer pessoa comece um negócio. Literalmente apoiam milhões de pequenos negócios ao redor do mundo todo. Eles vendem madeira, vendem pregos, vendem caixas, até Crocs. Eles apoiam qualquer negócio que venda pela Shopify.
Considerando que não tem nenhuma lona cobrindo a estrutura, eu tô muito preocupado com esse rolê.
100% do que eu vendo online, desde merchan até Feastables, eu vendo pela Shopify.
O vento tá ficando forte. É, tá sacudindo muito! A gente vai morrer! E acabaram os pregos. É muito difícil trabalhar com esse vento, gente. Aaah! Para de gritar e faz alguma coisa.
A Shopify tem até uma nova inteligência artificial, a Sidekick, que deixa mais fácil gerir o seu negócio. Criar um negócio pode ser muito difícil, assim como sobreviver aqui, e por isso a Shopify faz tudo que é possível pra facilitar a sua vida.
Esse é meu pior pesadelo. Eu tô sofrendo muito.
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Eu tô todo ensopado. Você podia começar a ajudar a gente, ô Jimmy. Eu tava pagando pela jangada.
A chuva tava começando a apertar, mas naquela noite tudo piorou. Não há nada tão ruim que não possa piorar.
Ah, não! Cara! Tá vazando! Ai, não! Esse abrigo é o oposto de à prova d'água... Ai! A chuva tá sem dó. A gente tem mais três dias. Aaaah! É, só mais três dias. Ahhh, tem água em todo lugar.
Isso é inútil. Isso não vai ajudar em nada. É o pesadelo mais insano de todos. Tá bem difícil no momento. Isso ainda tá seguro?
A gente devia ter gravado isso no estúdio, mas não, a gente tinha que ser o canal de verdade que não faz coisas falsas. A gente vai morrer. A gente tá se destruindo.
Ai, tá chovendo em mim! Tem um buraco que tá completamente em cima da minha cama. Eu não consigo mais. Não consigo. Pode acabar com o vídeo, Jimmy, por favor.
Eu tentei convencer todos vocês a não virem, e vocês quiseram vir.
Essa é a pior experiência que eu já tive na minha vida inteira. Eu tô odiando todos os momentos. Cara, eu tô sofrendo muito agora.
A tempestade ficava pior a cada hora que passava. A gente tava desesperado, então tentamos usar as camas pra se proteger da chuva.
Então tentamos usar as camas pra se proteger da chuva.
É, a gente tá no fundo do poço. Tá chovendo há algumas horas e a gente tá congelando. Tamo sem cama e eu tô ficando enjoado. Não sei se a gente vai durar os sete dias desse jeito.
Choveu sem parar pelas últimas vinte horas.
Depois de ficar em pé a noite toda, completamente encharcados e exaustos, nos forçamos a secar as coisas e reconstruir o nosso acampamento.
Nossa jangada tá um desastre. Olha as camas, tamo tentando secar. Tá mais difícil que na Antártica. Tá mais difícil que o vídeo do deserto. Tô pronto pra ir pra casa. Odeio essa jangada. Nunca mais quero ver ela.
A lata da fogueira tá totalmente ensopada. Não dá pra fazer fogo nem se a gente quisesse. Não tem jantar.
E pra piorar as coisas, nossa comida toda tava ensopada, então só era seguro comer uma parte dela.
A gente tinha estabilidade. A gente tinha comida, tinha camas secas e a gente não deu valor.
Quer saber? Não rola outra noite que nem essa. Vamo tentar fechar o abrigo. Arranca aquilo ali. Amarra isso aqui. Vamo deixar aquilo ali e fechar esse lado.
Ontem à noite a gente tava tremendo de frio, querendo morrer. Então, prefere ficar quente e seco ou frio e molhado? Põe o zip tie aqui. Nolan, amarra uma corda ali. Bota outro zip tie. Aí usamos isso pra subir isso e deixamos mais quente.
Eu tava pensando: por que que eu não faço um varal enorme pra pendurar as coisas molhadas? Talvez assim amanhã tenha alguma toalha seca.
Eu quero morrer. Tô queimado do sol, cansado, desidratado e já falei cansado, gente?
Depois de ajeitar o acampamento, a gente tava exausto e passamos o resto do dia dormindo. Mas pelo menos quando acordamos, nos reunimos com um velho amigo.
Bryan! É o Bryan! Bryan! Bryan! Bryan! Bryan! Bryan! Volta aqui!
Depois de passar cinco dias preso numa jangada com essa galera, isso é um pesadelo de verdade. Eu admito, senti saudade do Bryan.
Bryan, Bryan! Ele te superou. Você pode não ter desistido do Bryan, mas o Bryan desistiu de você. Bryan desistiu da gente.
Ainda faltam dois dias. A comida tá acabando, nossa água tá contaminada e tamo praticamente morrendo aqui. Eu tô perdendo a cabeça. Os próximos dois dias serão interessantes. Eu não vou aguentar. O que mais pode dar errado, hein?
Caramba, eu tô vendo quinhentos peixes bem ali. Que doideira!
Ai, meu Deus, o balde de cocô tá fedendo.
Quase surtei brabo ontem à noite! Foi. Eu tava tremendo, molhado o tempo todo, não deu pra dormir. Foi uma das piores noites da minha vida.
Eu passei a noite tremendo na chuva, no meio do oceano sombrio. Mas quer saber? Superamos. Mal posso esperar pro final do desafio. Fazer um desafio de sete dias foi uma decisão horrível. Isso é difícil demais.
A nova fortaleza reforçada à prova d'água funcionou de verdade. O Lazar disse que choveu ontem à noite, não foi?
É, quatro da manhã, chuviscou. Que belezinha! Eu nem me liguei. Foi o melhor soninho que eu tirei.
Gente, eu consegui dormir a noite inteirinha ontem. Mal consigo abrir os olhos...
Esse foi o desafio mais difícil que a gente já fez. Botar mais cinco dias num desafio de cinquenta horas realmente deixa mais tenso. A gente está flutuando em alto mar num pedaço de madeira. É bem impressionante.
E mesmo parecendo que a chuva tinha passado, a gente acabou encontrando outro obstáculo.
A gente saiu de ficar tremendo de frio duas noites atrás pra ficar morrendo de calor. Um calor insuportável...
Eu tô quase pulando na água porque tá quente demais... Vamo nadar um pouco. Tomara que o Nolan saiba nadar.
E enquanto eles se refrescavam do jeito deles, a gente deu uma inovada.
Ah, sim, vento! Ar frio. Isso tá incrível! Ar!
Uma água-viva me queimou. Não, não é sério. Ai! Por que que o mar odeia a gente? Sabia que era uma boa ideia não entrar na água.
Você tá bem? Ai, meu Deus, a gente vai morrer!
Eu achei a altura perfeita.
Ai, não. É, tá inchado e com umas marcas vermelhas.
Na maior parte do dia, tava tão quente que não dava nem pra andar no deck.
Cara, tá quente. Não quero continuar vivo porque tá muito quente. Tá quente demais.
Mas com o sol se pondo, a gente ficou otimista pra chegar no final.
Falta menos de vinte e quatro horas de desafio. Sem dúvida nenhuma, esse foi o pior vídeo de desafio que eu já participei.
Sinceramente, essa experiência me fez valorizar as coisas que a gente não valoriza na vida: banho, comida... Sinto falta de comer! Uma privada que funciona... Eu nunca mais quero cagar num balde.
Vamos comemorar por durarmos até agora com uma barra de Feastables. Sim. Disponível no Walmart, na Target, no 7-Eleven e no Albertsons. É 2023, se ainda tá comendo Hershey's, é meio paia... Hershey's é coisa de boomer...
Jimmy, você quebrou a cadeira?! Por que a minha cadeira quebrou? Eu tô achando que você comeu a comida toda.
Olha, tô achando que vou continuar o time-lapse com a cadeira quebrada, gente.
É a nossa última noite dormindo junto, galera. Não vejo a hora de dormir sem ninguém. Eu vou sentir falta de dormir do seu lado. Com certeza. Não preferia dormir do lado de nenhum outro homem.
Depois dessa, eu acho que eu vou dormir.
Após uma ótima noite de sono, recebemos a visita de um rosto familiar. O Bryan trouxe a família dele pra dar um tchau pra gente no último dia.
Muito obrigado, Bryan. Foi tudo pra mim. Era quase como se a gente fosse a família do Bryan. A gente era. Ele protegeu a gente durante a noite que não tínhamos abrigo.
Se bobear, ele é só um pássaro qualquer. Cala a boca! Nolan, sai da jangada. Bem que eu queria.
Eu tô emocionado. Isso foi uma montanha-russa. Eu fiz tantas memórias doidas nesse lugar. É, eu acho que a melhor memória vai ser ir embora. Eu também.
Passamos mais de cento e cinquenta horas num pedaço de madeira flutuante. Mesmo sendo a coisa mais difícil que eu já fiz em toda minha vida, a gente até teve uns bons momentos.
Cadê o barco? Cadê o barco?
Ahhh! E finalmente o fim tava literalmente à vista.
O barco tá vindo. Alerte o barco da nossa localização. Sinalizando pro barco.
Barco! Barco! Barco! Barco! Barco! Barco! Por que o barco tá se movendo tão estranho?
Ai, meu Deus. Eu vou meter o pé daqui.
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