De um chip no cérebro a foguetes para Marte: a escada de preços das tecnologias "do futuro" no vídeo de MrBeast
MrBeast ミスタービーストO vídeo parte de uma pergunta simples: como seria o futuro se pudéssemos ver hoje as tecnologias que o estão construindo? Para responder, Jimmy (MrBeast) e sua equipe sobem uma escada de preços. Ela começa com uma luz de um dólar e termina em um foguete de um bilhão de dólares. No caminho aparecem um implante cerebral, um braço biônico, carros voadores, carne de frango cultivada, a "desextinção" de animais e uma biosfera que funcionaria como protótipo de moradia em outro planeta. A posição do apresentador fica clara desde o início e se repete no fim: o que ele viu o deixou otimista. Segundo ele, essas tecnologias são menos distantes do que parecem.
A abertura: de uma lâmpada de um dólar a uma casa em Marte
O vídeo começa pelo topo da escala, mostrando um foguete de um bilhão de dólares. O narrador o apresenta como a tecnologia que um dia levaria pessoas a Marte para morar numa biosfera de 500 milhões de dólares. Em seguida promete mostrar espécies extintas trazidas de volta e carros voadores. A ponta mais barata da escala aparece só de passagem: uma luz de um dólar que, segundo o narrador, combinada a milhões de outras, pode simular o futuro da humanidade ou de Marte. O vídeo não volta a explicar essa luz em detalhe. Ela serve como ponto de partida simbólico.
Neuralink: controlar um computador apenas com o pensamento
A primeira tecnologia detalhada é a Neuralink, que o vídeo apresenta como uma tecnologia de 10 mil dólares. Trata-se de um chip de computador implantado cirurgicamente no cérebro. Quem demonstra é Noland, paralisado do pescoço para baixo. Ele conta que passou cerca de oito anos tentando encontrar algum propósito na vida. Depois do implante, diz que consegue fazer qualquer coisa que outra pessoa faz num computador.
A equipe filma as mãos de Noland para mostrar que elas não se movem. Ele digita "oi" usando apenas a mente. O narrador explica que a Neuralink traduz os impulsos neuronais do cérebro em movimentos. Depois, Noland joga um videogame pensando nas direções: pensa "esquerda" e o personagem vira para a esquerda. Ele diz que nunca imaginou que a tecnologia permitiria algo assim.
O braço biônico de Kai
O vídeo então passa do cérebro para o corpo. Kai é um menino de 12 anos que nasceu sem uma mão. Segundo o narrador, ele foi abandonado à beira de uma estrada e depois adotado na China. Kai acredita estar num consultório comum para receber uma prótese simples. O consultório é falso, e o "médico" é o próprio Jimmy. Jimmy diz que a prótese prevista não era boa o bastante e entrega o que chama de braço biônico mais futurista do planeta, avaliado em 25 mil dólares.
O ponto técnico destacado é a ausência de comandos mecânicos. O braço tem sensores internos que captam os sinais dos nervos, então Kai consegue usar a mão sem precisar puxar nada. Ele dobra o antebraço, pega um pedaço de madeira e aperta a mão de Jimmy. Kai diz que é o melhor dia da vida dele e que já tinha visto muitos vídeos do canal ajudando pessoas, mas nunca pensou que seria com ele.
Corrida: carro voador contra carro comum
A escala sobe para um carro voador de 150 mil dólares. O teste é uma corrida até o "trabalho" entre o carro voador e o carro normal em que estão Jimmy e a equipe. Em tom de brincadeira, Jimmy promete um milhão de dólares ao piloto se ele vencer.
A comparação mostra o argumento central do segmento. O carro comum precisa obedecer às leis de trânsito, parar nas placas e seguir as estradas. O carro voador vai em linha reta e chega a cortar caminho pelo mar. Quando a equipe ainda está no começo, o veículo já passou da metade do percurso. O narrador convida o público a imaginar quanto tempo pouparia se o trajeto diário caísse pela metade. Um integrante chuta "umas mil horas por ano" e logo admite que não fez as contas. No fim, o piloto diz que tinha chegado dez minutos antes. A promessa do milhão é desfeita na piada: Jimmy alega que nunca disse que pagaria.
Mochila a jato e o carro que anda de cabeça para baixo
Outro integrante chega ao trabalho usando uma mochila a jato de meio milhão de dólares. Segundo o vídeo, ela passa de 130 km/h e tem autonomia de quase cinco quilômetros.
Em terra, o destaque é um carro de um milhão de dólares que o vídeo apresenta como o mais rápido do mundo. Jimmy dirige e se assusta com a aceleração. A característica mais marcante, porém, é outra. O carro tem duas turbinas de sucção tão potentes que consegue andar de cabeça para baixo. Jimmy passa alguns instantes invertido e diz sentir o sangue subir para a cabeça. O narrador ressalva que o carro só aguenta essa posição por pouco tempo.
O conceito da Mercedes de dez milhões de dólares
Dez vezes mais caro é um carro-conceito da Mercedes. Segundo o vídeo, a própria Mercedes estimou o preço futuro desse conceito em dez milhões de dólares. Ele representa uma visão de carro para daqui a "uns dois séculos" e é inspirado no universo de Pandora. Jimmy diz que o carro parece mais uma criatura do que uma máquina. Ele reage ao toque, e Jimmy chega a fazer carinho nele.
A demonstração mostra a forma de dirigir: empurra-se um controle para a frente para andar e puxa-se para trás para parar. A parte de cima gira, o que permite dirigir de lado. Os bancos captam os batimentos cardíacos e outros sinais vitais e ajustam a temperatura automaticamente. Jimmy dirige com a mão esquerda, sob o lembrete de que o carro vale dez milhões de dólares.
Upside Foods: frango sem abate
A próxima parada é a Upside Foods, apresentada como uma tecnologia de 200 milhões de dólares. É o valor que, segundo o vídeo, a empresa já investiu em pesquisa e desenvolvimento. A promessa é produzir centenas de milhares de quilos de carne de frango sem matar nenhum animal. O narrador contextualiza o número com outro: mais de 220 milhões de frangos seriam abatidos todos os dias para atender à demanda.
O processo é explicado em etapas. Em 2018, a empresa quebrou um ovo de galinha, retirou uma pequena quantidade de células e as congelou a cerca de 80 graus negativos. Segundo o vídeo, essas mesmas células serviram de base para as centenas de milhares de quilos produzidos. No segundo passo, as células são descongeladas com cuidado num ambiente que simula o corpo de uma galinha, onde se multiplicam. No terceiro, recebem um alimento com proteína, gordura e açúcar, que percorre os tubos da fábrica até os recipientes. Por uma janela dá para ver as células se movendo. Jimmy pergunta se o sistema produz a carne de um frango inteiro a cada dois segundos, e a resposta é "em poucos segundos". O vídeo cita mais uma vantagem: os frangos cultivados não pegam doenças. Assim, não haveria o risco de uma enfermidade se espalhar pela granja e alguém comer carne de um animal doente.
Jimmy diz que aquilo parece bom demais para ser verdade e propõe uma prova às cegas. O chef Nick DiGiovanni prepara dois sanduíches de frango. Num deles, a carne veio de um frango abatido naquele dia. No outro, a carne foi cultivada em laboratório. Nick aposta que, se fizer tudo direito, ninguém vai notar a diferença. Jimmy e Tareq provam os dois e dizem que não conseguem distinguir. Jimmy aponta um como o cultivado e erra. O narrador conclui que, num futuro próximo, essa tecnologia poderia salvar trilhões de galinhas e outros animais. Essa é uma projeção do vídeo, não um resultado apresentado.
Colossal: mamutes, um rato-lanoso e lobos-terríveis
A escala chega a 400 milhões de dólares com a Colossal. O vídeo diz que a empresa "literalmente ressuscitou" o lobo-terrível e agora trabalha para trazer de volta o mamute-lanoso e o dodô. O fundador, Ben, convida Jimmy a agir como cientista em todas as fases do processo. Jimmy responde que não é qualificado.
O narrador explica que os mamutes dominaram o continente dezenas de milhares de anos atrás e se extinguiram depois do fim da Era Glacial. Deixaram DNA, por exemplo, em presas fossilizadas. Jimmy segura uma presa autêntica do Alasca, com 43 mil anos, e coleta uma amostra de DNA dela. Quando pergunta quantas décadas faltam para recriar um mamute, ouve que mamutes serão vistos "ainda nessa década". Essa é uma previsão da empresa.
Em seguida vem a clonagem. Jimmy usa um laser para perfurar uma célula e uma pipeta para extrair o conteúdo pelo orifício aberto. O momento cômico vem antes: a senha do equipamento que ele digita é "1, 2, 3, 4". A extração dá certo. Na hora de inserir o material em outra célula, ele exagera, e o resultado é, nas palavras da equipe, o oposto do que deveria acontecer. Jimmy admite que precisa de mais prática.
O vídeo explica que, antes do mamute, a Colossal combinou DNA de mamute com o de um rato e criou um rato-lanoso. Segundo o narrador, a mesma tecnologia será usada em poucos anos para recuperar o mamute. Jimmy é apresentado como a primeira pessoa fora da equipe de operações com animais a tocar um rato-lanoso, chamado Dale. Ele comenta que está segurando um animal que, até pouco tempo atrás, nunca tinha existido.
A Colossal também se apresenta como projeto de conservação. O vídeo diz que os mais de 400 milhões investidos servem tanto para trazer animais de volta quanto para evitar novas extinções. A empresa mantém um biobanco com mais de mil espécies que podem um dia desaparecer. Ben deixa Jimmy etiquetar amostras de dezenas de espécies ameaçadas, que podem ficar armazenadas por décadas. A lógica, segundo a equipe, é que, se alguma dessas espécies for extinta, será possível usar sangue e tecidos guardados para cloná-la. Jimmy se pergunta por que mais pessoas não sabem disso.
O segmento termina com um pedido. Jimmy entrega um bolo de carne e pergunta se a equipe pode dá-lo aos dois lobos-terríveis, que têm acesso restrito, e filmar a cena. Ben aceita, e o vídeo mostra os animais comendo. O narrador os descreve como os únicos dois lobos-terríveis do universo.
Uma biosfera de meio bilhão como protótipo de vida em outro planeta
O narrador faz a transição dizendo que a diferença entre salvar os animais e salvar a humanidade seria de 100 milhões de dólares. O destino é uma biosfera de meio bilhão de dólares, apresentada como protótipo de como seria a vida humana em outros planetas. A premissa é que, para sobreviver em Marte, uma estrutura assim precisa produzir o próprio oxigênio, a própria água e uma fonte de alimento autossustentável. A equipe também afirma que ela poderia salvar a humanidade caso a Terra se tornasse inabitável.
A equipe entra de traje, tranca a porta e só então tira os trajes. O local tem cinco biomas, comparados aos do Minecraft. Na floresta tropical, algumas plantas vivem ali há mais de 30 anos, e o sistema consegue fazer chover dentro do prédio. Jimmy pede chuva só de um lado, o que deixa parte da equipe molhada e com frio. Ele compara a biosfera a um globo de neve: uma mini-Terra que, segundo ele, poderia ser colocada em qualquer planeta do Sistema Solar.
A savana é descrita como o clima ideal para cultivar alimentos e, por isso, o bioma mais importante dos cinco. Lá a equipe prova pimenta-fantasma, e Nolan, um integrante, sofre com a ardência. No deserto, o grupo sente um vento artificial. O vídeo explica que ventos assim ajudam as árvores a crescer fortes e eretas e cita isso como uma das descobertas que saíram da biosfera. No pântano, provam uma planta crocante e salgada que, segundo eles, lembra batata frita. Comentam que ela poderia servir para salgar a comida em Marte. O último bioma é um oceano, com uma praia de verdade dentro da estrutura.
Para o "jantar marciano", o vídeo mostra um jardim vertical. Segundo o vídeo, ele pode produzir tanta comida quanto dois hectares e meio de terra cultivável. A equipe também sugere que o frango cultivado da Upside Foods seria uma opção de proteína em Marte. No fechamento do trecho, alguém observa que tudo aquilo parece futurista, mas não está tão distante. Diz que, se Nolan um dia tiver um filho, existe uma realidade em que essa criança cresce em Marte. Um colega retruca, em tom de piada, que tudo é possível, menos Nolan ter um filho.
Starship: o foguete de um bilhão de dólares
O narrador lembra que nada disso chegaria a Marte por teletransporte: é preciso um foguete. O foguete apresentado é a Starship, a tecnologia de um bilhão de dólares da SpaceX. Segundo o vídeo, a empresa convidou a equipe para conhecer os planos de lançar milhares de Starships para Marte e tornar a humanidade uma espécie multiplanetária.
A Starship é fabricada num dos maiores prédios do planeta. A explicação para o tamanho é que as matérias-primas entram por um lado e os foguetes completos saem pelo outro. O vice-presidente da Starship guia a visita e mostra o interior da nave. Ele diz que, em alguns anos, a empresa vai levar pessoas à Lua e, logo depois, a Marte. Quando Jimmy pergunta se dá para comprar passagens para Marte, ele responde "sim" e diz que falarão disso depois. Confirma que a intenção é enviar milhares de Starships e que cada uma pode levar 100 pessoas. Jimmy pergunta se a Starship já encontrou algum objeto não identificado no espaço. A resposta é "ainda não, que a gente possa comentar". Questionado se responderia diferente sem câmeras, ele diz que não.
O vídeo descreve as Starships como totalmente reutilizáveis. Na reentrada na atmosfera, elas enfrentariam temperaturas maiores que as da lava derretida, e por isso a SpaceX projetou um sistema próprio de escudo térmico. Cada nave usa 18.000 placas, e Jimmy se surpreende com o quanto cada uma é leve. A equipe da SpaceX afirma que a placa aguenta um calor que nem um maçarico consegue perfurar e propõe um teste. Jimmy segura a placa com a mão atrás dela enquanto Karl aplica o maçarico. A placa fica laranja, e o vídeo diz que ela chega a mais de dois mil graus. Jimmy diz que não sente nada na mão.
A visita também enfatiza a escala de produção. Segundo o vídeo, a SpaceX constrói centenas de Starships ao mesmo tempo, num processo descrito como praticamente uma linha de montagem, "como se fossem carros". Jimmy recebe permissão para algo que, segundo ele, normalmente é proibido a civis: instalar uma placa do escudo térmico. A equipe explica o procedimento. Coloca-se a placa, dobram-se as bordas e encaixa-se a peça. Só é possível fazer isso uma vez, porque, se der errado, a placa precisa ser destruída para sair. Jimmy hesita, tenta primeiro do lado errado e depois consegue. Assina a placa com "MB" e brinca que, se o foguete explodir por causa dela, todos devem dizer que o vídeo foi feito por IA.
A visita termina com a Starship totalmente montada. O narrador diz que a câmera não faz jus ao tamanho dela e que há grande chance de o público um dia voar numa delas para outro planeta. Por fim, a equipe vê as outras Starships que aguardam lançamento no campus da Starbase.
A conclusão: um futuro que, para o apresentador, dá esperança
No encerramento, Jimmy contrapõe o que viu ao tom das redes sociais e do noticiário, que, segundo ele, fazem o futuro parecer sombrio. Ele diz que o vídeo lhe deu esperança e retoma os temas do percurso. Cita as biotecnologias que dão uma nova chance a pessoas com deficiência e os carros voadores que podem redefinir o deslocamento. Cita também a tecnologia de DNA que poupa animais do sofrimento e da extinção, e o aprendizado de como viver em outros planetas e chegar até eles. A última frase resume a posição do apresentador: em sua avaliação, é um futuro bem empolgante.
Esse é um foguete de um bilhão de dólares. Uma tecnologia do futuro que um dia vai levar vocês até o planeta Marte pra morarem numa casa nova, numa biosfera de 500 milhões de dólares. Ai, meu Deus.
E durante esse vídeo, a gente vai mostrar como esse futuro vai ser épico. Vocês vão ver como vamos trazer espécies já extintas de volta à vida. Esse é, literalmente, o futuro. Carros voadores que podem levar a gente pra qualquer lugar. E muito mais.
Tudo começa com essa luz de um dólar, que, quando combinada a milhões delas, pode simular o futuro da humanidade. Ou de Marte. E nesse vídeo, eu tô ansioso pra mostrar pra vocês as tecnologias mais futuristas do planeta.
Mas agora, vamos falar de uma tecnologia de 10 mil dólares, a Neuralink, que é um chip de computador implantado cirurgicamente no cérebro, permitindo que pessoas como o Noland possam se reconectar com o mundo.
Você ficou paralisado do pescoço pra baixo? Sim. E por cerca de oito anos, eu tentei achar algum propósito na minha vida. E aí, você recebeu o Neuralink. E o que ele mudou? Qualquer coisa que alguém pode fazer num computador, eu posso fazer.
E ele consegue fazer isso usando apenas o cérebro. Agora, você tá movendo isso com o pensamento? Sim. Sim, cara. Eu quero ver você mandar uma mensagem com o cérebro. Tá bom.
As mãos dele estão paralisadas, mas a gente vai filmar elas pra vocês verem que elas não se mexem. E usando os impulsos neuronais no cérebro do Noland, a Neuralink consegue traduzir esses sinais em movimentos. Ele digitou oi com a mente. Só eu acho isso surreal?
Mas não é só isso que ele consegue fazer. Você pensou esquerda e vai virar pra esquerda. Esquerda, direita, não morra. Ah, não! Ele arrasou agora, jogando só com a mente. Eu nunca pensei que ele permitiria que eu fizesse uma coisa como essa.
E a tecnologia do futuro pode não só ajudar a mente, mas também o corpo, pra pessoas como o Kai. Um menino de 12 anos que nasceu sem uma mão, infelizmente, foi abandonado na beira de uma estrada.
Isso é o que Kai acha que vai ganhar. Isso é difícil. E ele não faz ideia de que tá num consultório falso e tá prestes a ganhar o braço biônico mais avançado do planeta. Um membro biônico de 25 mil dólares, digno de um filme de super-herói. Vamos surpreender ele.
Oi, Kai! Olá. Você se importa de contar um pouco a sua história? Tenho 12 anos. Eu fui adotado na China. O Kai nem imagina que aquele é o Jimmy.
A sua mãe me contou que você é um grande fã do canal. Peraí, não brinca. Sim, e esse é o braço que você ia receber. Mas achei que ele não era bom o suficiente. Então, eu te trouxe um presente. Fala sério.
Esse é o braço biônico mais futurista do planeta. Sua mãe me contou que você gosta de esportes, que é muito ativo, e isso deve deixar tudo o que quiser fazer muito mais fácil. Eu não acredito!
A parte mais legal desse braço é que ele tem sensores internos, e você vai conseguir usar a mão sem precisar puxar nada. Os sensores conseguem captar os sinais dos seus nervos. Isso não é muito legal? Sim!
Dobra o antebraço. Ah, olha isso. Aqui tem um pedaço de madeira. Veja se você consegue pegar. É isso aí. Não é muito irado? E aí, quer tentar apertar a minha mão? Isso é muito legal. É isso aí. Olha só.
E é claro, se você não quiser mais a marca do Beast, é só tirar, não precisa usar. Eu vou deixar ela aí. É o melhor dia da minha vida. Vai ajudar demais. Eu já vi tantos vídeos seus ajudando pessoas. Eu nunca pensei que seria comigo. É isso aí.
Claro, esse braço biônico transforma vidas, mas não é nada comparado a um carro voador de 150 mil dólares.
Acha que essa coisa chega antes de mim no trabalho? Ah, sim. Se conseguir ganhar, eu te dou um milhão de dólares. Você vai me dar um milhão de dólares se eu ganhar? Beleza! Então vamos nessa!
A gente vai correr até o trabalho e ver qual é mais rápido: um carro voador ou um carro normal. Pronto, que comece a corrida. OK. Uou! Ele tá bem do seu lado! Ele tá voando mesmo!
Ele pegou um atalho pelo mar? É. Ele não precisa de estradas. Assim não vale. Pra isso ser um teste de verdade, a gente tem que obedecer a todas as leis de trânsito. Olha lá, a gente tem que parar na placa de pare. Agora dá pra ir. Mas com um carro voador, ele pode seguir em linha reta.
É por isso que, desde que as pessoas começaram a pensar no futuro, carros voadores sempre estiveram na vanguarda. Ah, peraí, tô vendo ele. Ah! É ele! Olha, ele já passou da metade do caminho! A gente acabou de começar. A gente tem que correr.
Imagina quanto tempo vocês poupariam todos os dias se o trajeto até o trabalho fosse reduzido pela metade, porque você poderia voar até lá em vez de dirigir. Pra mim, seriam umas mil horas por ano. Ah, talvez não por ano. Eu não fiz as contas.
Esse carro voador de 150 mil dólares não tem comparação com o foguete de um bilhão de dólares que a gente vai ver depois. Isso é só o começo.
Essa coisa chegou muito rápido. Pode vir. Ai! Meu Deus! Esqueci que a gente tá na praia. O Jimmy não tem como alcançar ele. Jimmy, acho que você já perdeu aquele milhão. É. Bom, felizmente, eu nunca disse que ia dar um milhão pra ele se ele ganhasse. Ele disse que ia me dar um milhão de dólares.
Só quero garantir que não vou atropelar ninguém. Ah, olha ele aí. Faz quanto tempo que você chegou? Dez minutos. Você chegou há dez minutos?! Ai, meu Deus. Não sei quanto a vocês, mas eu tô ansioso pra dirigir um desses, um dia.
E se você ainda não está animado com o futuro, que tal ir trabalhar com essa mochila a jato? Pelo preço de meio milhão de dólares, essa mochila a jato pode voar a mais de 130 quilômetros por hora. E com autonomia de quase cinco quilômetros, é o jeito mais fácil e rápido de ir pro trabalho. Super feliz no trampo. Que bom que você conseguiu.
O futuro do transporte não está só no céu. Também está em terra firme. E por um milhão de dólares... Temos o carro mais rápido do mundo. E eu vou entrar e dirigir ele.
E ele não é só o carro mais rápido do mundo... Ai, meu Deus, ele acelera muito rápido! Ele também tem tanta sucção que consegue andar de cabeça pra baixo.
Beleza. Não acredito! O Jimmy tá ficando de cabeça pra baixo agora! Isso é absurdamente apavorante... mas não tanto quanto estar num carro normal. Isso é muito surreal. Ele tá desafiando a gravidade agora! Ah, tô sentindo todo o sangue do meu corpo subir pra cabeça.
Esse carro tem duas turbinas de sucção tão potentes que dá pra, literalmente, dirigir de cabeça pra baixo. Só que não por muito tempo.
E custando dez vezes mais que esse carro, a Mercedes calculou o preço futuro desse conceito em dez milhões de dólares. Essa é a visão de um carro futurista pra daqui, digamos, uns dois séculos. Ele também é inspirado no universo de Pandora.
Parece mais uma criatura. Então, se eu tocar nele... Ele reage a você, sim. E se eu fizer carinho? É, tá vendo? Ele gosta. Isso é... tá bom. Posso levar a criatura pra dar uma volta. Sim. Vamos nos divertir.
A gente só precisa empurrar isso pra frente pra ele andar. O quê? Não é irado? E aí, você puxa pra trás pra parar. E essa parte de cima gira pra você dirigir de lado. Ai, caramba!
Esses bancos captam os batimentos cardíacos e todos os seus sinais vitais e ajustam tudo automaticamente. Eles mudam a temperatura sozinhos pra você. Olha isso.
Então, teoricamente, eu posso dirigir. Sim, você pode dirigir. Mas esse carro vale dez milhões de dólares, não esquece, tá? Ah, é? E eu tô dirigindo com a mão esquerda agora? Beleza. Ai, meu Deus, que doideira.
Falando em doideira, tá vendo aquele drone ali? Tô, sim. Ele se chama Wing. Ele é, simplesmente, o futuro das entregas. Olha só isso. Que loucura. Ele solta o pacote. Super conveniente. Ele consegue entregar as suas encomendas em minutos.
E pra testar esse drone, enquanto a gente gravava nosso próximo vídeo do Desafio na Natureza, eu pedi ingredientes de s'mores pra um participante pelo aplicativo da Wing. E apesar de, geralmente, eles entregarem na nossa porta, a Wing fez uma entrega especial nessa locação ao ar livre mais rápido do que qualquer outro serviço de entregas conseguiria.
O que, em geral, levaria horas foi entregue em alguns minutos no meio da floresta. Prontinho: tudo que vocês precisam pros s'mores, entregue em minutos.
Geralmente, a Wing entrega na sua porta ou no quintal. O que é isso? Pacotes voadores? E isso não é só no futuro. A Wing já entregou mais de 750 mil pacotes na casa das pessoas. Valeu, Jimmy. Acesse wing.com/MrBeast pra saber mais.
Mas agora, a gente vai conhecer uma tecnologia de 200 milhões de dólares. O que nos leva pra Upside Foods, que consegue produzir centenas de milhares de quilos de carne de frango sem matar nenhum animal.
E isso é incrível porque mais de 220 milhões de frangos são mortos todos os dias pra poder suprir a demanda pela carne. E a Upside Foods já investiu mais de 200 milhões de dólares em pesquisa e desenvolvimento pra criar essa tecnologia.
Deixa eu te mostrar como isso funciona. Por favor, eu não entendo. Quando nós pegamos células de um ovo de galinha em 2018, quebramos o ovo, retiramos uma pequena quantidade de células e congelamos elas aqui, a cerca de 80 graus negativos. Uau! E vocês usaram essas células pra produzir centenas de milhares de quilos de carne de frango?
O segundo passo é pegar essas células e descongelar com cuidado. Minha nossa, isso simula o corpo de uma galinha e as células estão se multiplicando? Quando tem células suficientes, a gente vai pro terceiro passo.
Aqui tem proteína, gordura, açúcar. Eu tô literalmente alimentando as células de frango ali, pra elas se multiplicarem em carne de frango. Isso mesmo, sim. E quando esse alimento entra no recipiente, ele percorre todos esses tubos dentro da fábrica e acaba chegando aqui.
A gente pode olhar por aqui. Dá pra ver as células de frango nadando sem parar lá dentro. Ai, meu Deus. É muito frango. A cada dois segundos, isso produz a carne de um frango inteiro? É, em poucos segundos.
E salvar frangos não é a única vantagem da Upside Foods. Esses frangos não pegam doenças, então, vocês não têm que se preocupar com uma doença se espalhando pela granja e alguém comer um frango doente. Sei lá, parece bom demais pra ser verdade. Então, vamos experimentar. Por favor, eu preciso provar, eu quero ver qual é o gosto.
Agora, a gente vai pôr a carne que acabou de cultivar à prova. Podem entrar. Eu trouxe um dos melhores chefs que eu conheço, o Nick DiGiovanni, e ele preparou pra gente dois sanduíches de frango. Pra um desses sanduíches, um frango foi abatido hoje, pro recheio. Pro outro, nenhum frango morreu. Ele foi cultivado em laboratório.
De qual você acha que vamos gostar mais? Acho que, se eu fizer direito, vocês não vão conseguir diferenciar. Legal, esse vai ser um teste legal.
Agora, ele vai me dar um sanduíche de cada. Nós dois vamos provar esse aqui. Isso é o que ele é, de verdade. Eu e o Tareq não sabemos. Saúde. Saúde. Bora lá. É. É frango. Frango.
Agora, a gente vai provar esse aqui. Isso é o que ele é, a gente não sabe. Saúde. Eu, sinceramente, não sei dizer. Tão parecidos que dá até medo, os dois são frango. De qualquer forma, os dois são bem gostosos.
Esse aqui é o cultivado. Você errou. Não brinca. Esse é o cultivado. Sinceramente, não dá pra diferenciar. Como assim?
E o mais interessante é que, num futuro próximo, essa tecnologia pode salvar a vida de trilhões de galinhas e outros animais.
O que nos leva pra Colossal, a tecnologia do futuro de 400 milhões de dólares que literalmente ressuscitou o lobo-terrível e que agora tá trabalhando pra trazer de volta o mamute-lanoso e o pássaro dodô. Esse é o fundador, e ele é responsável por recuperar da extinção os animais que a gente vai ver hoje.
Você vai ser um dos nossos cientistas e agir em todo o processo. Você vai ajudar em todas as fases pra trazer espécies extintas de volta. Eu não sou qualificado, mas vamos lá.
Dezenas de milhares de anos atrás, os mamutes-lanosos dominavam o continente. Mas depois do fim da Era Glacial, eles foram extintos, deixando para trás seu DNA na forma de presas fossilizadas.
Essa é uma presa autêntica. Ela tem 43 mil anos de idade, do Alasca. Essa deve ser uma das coisas mais incríveis do mundo. E é mesmo. E ela tá ajudando a trazer o mamute de volta. Quantas décadas até vocês conseguirem recriar um mamute-lanoso? Vamos ver mamutes ainda nessa década. Meu Deus.
E eu tô ajudando diretamente, coletando uma amostra de DNA de um mamute de verdade. É isso aí. Perfeito. Arrasou. Isso é um pedaço de uma presa de 43 mil anos. E esse é só o primeiro passo pra trazer uma criatura extinta de volta à vida.
Agora, a gente precisa clonar o DNA. Você vai usar um laser pra poder perfurar uma célula, pra transferir e clonar a célula.
Peraí, peraí. Deixa eu digitar a senha. OK. Um, dois, três, quatro. Não acredito! Se alguém quiser invadir, me avisa. Com certeza, não é um, dois, três, quatro.
Pisa uma vez nesse pedal laranja. OK. Pronto? Agora, com a mão direita, você vai mover essa pipeta e vai passar pelo orifício que você abriu usando o laser. Tá quase lá. Isso. Precisão cirúrgica. Você conseguiu. É. É isso aí. Isso, isso! Sim, sim, sim! Você extraiu com sucesso o DNA.
Peraí, eu quero inserir numa diferente. E ele pode fazer isso? Sim, claro que pode. Afinal, esse foi o processo de clonagem. Legal. Sou um clonador. E agora... Não se preocupa. Viu? É só inserir aqui. Acho que exagerei. Ah, não! Ah, é exatamente o oposto do que devia acontecer. Eu preciso de mais prática em clonagem de animais.
Mas antes de trazer o mamute-lanoso de volta à vida, primeiro, eles combinaram o DNA dele com o de um rato e criaram um rato-lanoso. Em apenas alguns anos, a Colossal vai usar essa mesma tecnologia pra recuperar o mamute-lanoso da extinção.
Tá bem, pergunta estranha. Eu posso tocar nele? Sim. Você vai ser a primeira pessoa, fora da nossa equipe de operações com animais, a tocar no rato-lanoso. Aliás, eu nunca passei a mão num rato-lanoso.
Eu vou simplesmente segurar um animal que, até pouco tempo atrás, nunca existiu na história. É o Dale. O Dale é tão macio. Agora eu tenho DNA de mamute-lanoso. Alguém quer comprar? Eu tô vendendo! Alguém lava a mão dele, por favor.
A Colossal já investiu mais de 400 milhões de dólares não só para trazer animais de volta, mas também pra salvá-los da extinção. Nós já temos mais de mil espécies só nesse banco biológico. Tem mais de mil espécies aqui dentro, que podem, um dia, entrar em extinção. E vocês estão guardando o DNA delas caso precisem recuperá-las.
O Ben me deixou etiquetar algumas das amostras que podem ficar armazenadas por centenas de anos. São dezenas de espécies ameaçadas que eu vou encaixar aqui dentro. Fecha ela. Isso. OK.
E elas podem ficar aí por anos. Décadas. É, por décadas. Se qualquer uma das espécies for extinta, agora você pode extrair sangue e tecidos. E cloná-las. Reanimar elas e cloná-las. Sim. Por que mais pessoas não sabem disso? Isso é surreal.
E antes de eu ir embora, eu fiz uma pequena surpresa pra eles. Posso pedir um favor? Claro. Tareq, me entrega isso. Isso é um bolo feito de carne. E vocês têm dois lobos-terríveis que recuperaram da extinção. Eu sei que os seus lobos-terríveis são restritos, mas e se eu te entregar isso e você der o bolo de carne pra esses lobos e filmar? Eu super topo fazer isso. Legal. Gostei dessa resposta.
E o Ben cumpriu a promessa. Vocês estão vendo os únicos dois lobos-terríveis do universo, que foram ressuscitados do passado, saboreando um bolo de carne feito só pra eles.
E aparentemente, a única diferença entre salvar todos os animais e salvar toda a humanidade são 100 milhões de dólares. E por isso, viemos pra essa biosfera de meio bilhão de dólares... que é simplesmente o protótipo de como a vida humana vai ser em outros planetas.
Bora ser marcianos por um dia, galera. Vamo nessa! Porque essa mesma biosfera pode ser a nossa futura casa em Marte. Pra sobrevivermos lá, ela precisa produzir o próprio oxigênio, água e uma fonte de alimento autossustentável.
Entrem aí, rapazes. Não esqueçam de trancar a porta depois. Agora, nós estamos trancados dentro da biosfera, ou seja, já podemos tirar esses trajes. Só toma cuidado com o nariz. Tudo bem? Sim.
Ser astronauta é bem mais difícil do que vocês pensam. Tá na hora de começar nosso primeiro dia como marcianos. Apesar da gente ainda não estar em Marte,
Essa biosfera pode salvar a humanidade se a Terra se tornar inabitável. Essa biosfera tem tudo o que é necessário pra sustentar a vida humana.
Até uma namorada pra mim? É uma biosfera, não Deus. Ela não faz milagre.
Esse lugar também tem cinco biomas diferentes, parecidos com os do Minecraft. Eu quero levar vocês a um dos mais legais, uma floresta tropical. Não sei se vocês sabiam, mas essas plantas vivem aqui dentro, e algumas delas há mais de 30 anos.
Cara, são mais velhas que o Tareq. Não, não são, na real. Ah, têm a mesma idade? É.
E se a gente continuar andando por aqui, a floresta tropical também pode fazer chover. Tá chovendo mesmo aqui dentro. Eu pedi pra chover só do lado esquerdo da biosfera, por isso, eu tô seco e vocês estão se molhando.
Tá com um pouco de frio? Sim, tá congelando. Então vem pra cá, pro lado que não tem chuva.
Sabe aquelas bolas de neve que vocês fazem no Natal? Sim. É isso que essa biosfera é: a nossa própria mini-Terra, que a gente pode colocar em qualquer planeta do Sistema Solar.
Como no mundo real, ela não tem só floresta tropical. Agora, a gente vai até a savana. O bioma de savana é o clima ideal pra cultivar alimentos, por isso que ele é, sem dúvida, o mais importante dos cinco.
Essa é a pimenta-fantasma, como podem ver. Nolan, não quer provar? Claro.
Na real, eu preciso de água! É, é uma pimenta-fantasma. Nolan, a gente não tem muita água em Marte. Não desperdiça!
Eu soube que leite ajuda. Quer provar a nossa nova barra de chocolate com caramelo da Feastables? Para de falar, põe na minha boca.
E assim como a situação atual da boca do Nolan, agora a gente está no bioma deserto. Vamos lá, ignorem a placa de entrada proibida.
Sentem esse vento? Ué, aqui é fechado. Ventos assim são importantes pras árvores ficarem fortes e eretas. E essa é só uma das inúmeras descobertas que vieram dessa biosfera. É uma maravilha pra pesquisas.
Muito bem, senhores, esse ambiente é um pântano. E a parte mais legal dele... Peguem uma dessas plantas.
O que é isso? Isso tem gosto de batata frita. Não é surreal? Ela é crocante. Salgada. É. Em Marte, se você estiver cozinhando e tudo mais, você põe isso e deixa a comida salgada. O quê? Isso é incrível.
E isso nos leva pro nosso último bioma, o oceano. Uau! Dá uma olhada. É muita água. É uma praia. Uma praia de verdade, dentro da biosfera.
Agora que a gente tem tudo o que precisa pra sobreviver o resto da vida aqui, que tal ter um jantar marciano? Sem pimenta-fantasma? Com mais pimenta-fantasma. Vamos nessa.
Isso é um jardim vertical que pode produzir a mesma quantidade de comida que dois hectares e meio de terras cultiváveis. Há apenas 20 anos, se vocês quisessem transformar esse jardim vertical em um negócio, teria sido quase impossível. Mas graças ao Shopify, nunca foi tão fácil tirar o seu negócio do papel.
Assim como as tecnologias desse vídeo estão mudando o mundo, a Shopify mudou a forma de abrir um negócio, deixando tudo mais simples do que nunca. A cada 26 segundos, uma venda é feita no Shopify.
Karl, quer uns limões? Sim, por favor.
A nova ferramenta do Shopify, a Sidekick, é basicamente como um cofundador de IA da sua empresa e pode ajudar a produzir sites, criar planos de marketing e tarefas de rotina pra economizar tempo. É sensacional.
Pimenta-fantasma de novo? Não. Essa aqui é pequena. Não.
E como a gente não pode depender só de limões e pimentas-fantasma, sabe uma coisa que Marte poderia ter? Frango cultivado da Upside Foods. Esse frango que não mata frangos, essa biosfera e tudo o que vocês veem nesse vídeo, um dia foram uma ideia na cabeça de alguém.
Graças ao Shopify, vocês também podem fazer parte da criação do futuro. Qualquer ideia que vocês tenham em mente pode virar realidade. É só escanear o QR code ou acessar shopify.com/MrBeast pra transformar seu sonho num negócio de verdade. Vocês podem fazer isso hoje mesmo, antes de ir dormir.
É meio surreal que todas sejam tecnologias futuristas, mas não são tão distantes. Se um dia uma mulher falar com o Nolan e ele tiver um filho, existe uma realidade onde essa criança pode crescer em Marte, um dia. Tudo nesse vídeo é possível. É, menos a parte de você ter um filho.
Tudo o que vocês veem aqui não vai se teletransportar magicamente pra Marte. É preciso ter um foguete pra levar isso pra lá. E no momento, esse foguete é a Starship, a tecnologia futurista de um bilhão de dólares que foi viabilizada pela SpaceX, que me convidou pra vir aqui e conhecer os planos de lançar milhares de Starships pra Marte, fazendo da humanidade uma espécie multiplanetária.
A Starship é fabricada aqui, em um dos maiores prédios do planeta. Por que eles precisam de um prédio tão grande? Basicamente, as matérias-primas entram por um lado e os foguetes completos saem pelo outro. Como isso? É, isso mesmo, tem peças de foguete espalhadas por toda parte.
E o vice-presidente da Starship vai mostrar pra gente como a tecnologia que eles estão desenvolvendo aqui vai definir o futuro da humanidade.
Esse é o interior da Starship. Daqui a alguns anos, a gente vai mandar gente pra Lua, e logo depois, pra Marte.
Dá pra comprar passagens pra Marte? Sim, vamos falar disso depois. Quero! E a intenção é enviar milhares de Starships ao mesmo tempo? Milhares de Starships. E cada Starship pode levar 100 pessoas? Sim. Ai, meu Deus. Gente, o futuro é surreal. Tô muito empolgado.
Enquanto me mostravam uma das instalações mais incríveis que a humanidade já construiu, eu quis fazer umas perguntas mais diretas.
A Starship já encontrou algum objeto não identificado lá no espaço? Ainda não. Que a gente possa comentar. A resposta seria diferente se eu te perguntasse sem as câmeras? Não. Enfim, vamos continuar.
É curioso como todo mundo parece normal aqui. Tá todo mundo trabalhando muito, mas acho que esquecem o fato de que estão construindo foguetes! Que loucura. Vocês lembram que estão trabalhando num foguete, né? Sim. Não é muito surreal? Eu ficaria apavorado se eles não lembrassem disso.
E os foguetes que esses dois estão construindo são Starships totalmente reutilizáveis. E durante a reentrada na atmosfera da Terra, eles suportam temperaturas maiores que as da lava derretida. Então, a equipe da SpaceX projetou um sistema próprio pro escudo térmico.
A gente já falou um pouco das placas do escudo térmico, e aqui tem uma pra você segurar. Tá. O que você acha? Essa é uma placa do escudo térmico? É uma placa real do escudo térmico. Uau. Ela é muito leve. Olha, segura isso. Porque são 18.000 placas.
O quão quente ela pode ficar? Pode ficar tão quente que um maçarico não consegue perfurar. E se eu puser a minha mão aqui, erguer ela assim, e aí, você passar o maçarico? Eu passo numa boa. Sério? Bota tanta fé assim? Boto muita fé. Vamos testar. Alguém me dá um maçarico.
Não sei se assinei um termo. Não precisa de termo. É claro que o maçarico parece uma Starship. Amei o quanto essa empresa é comprometida. Só pra garantir, pra vocês verem que é pra valer. Olha isso.
Karl, faz você. Eu adoraria. Eu seguro ela. Peraí, peraí, para. Não queima a minha mão. Claro.
Uau! Olha, ela tá ficando laranja. Isso tá a mais de dois mil graus, e eu não sinto nada na minha mão. A ciência é demais.
O que acontece se eu tocar nela agora? Provavelmente, não vai te queimar, mas vai que... Ele pensou, "que cara idiota".
A SpaceX está construindo centenas de Starships ao mesmo tempo. Vocês estão produzindo foguetes como se fossem carros. Exato. É praticamente uma linha de montagem que constrói foguetes.
Depois, me deram acesso pra fazer uma coisa que, normalmente, é proibida para civis.
Essa é plana, então, estão instalando todas as placas. Posso encaixar uma? Vou perguntar. A gente não quer que o foguete exploda. É claro. Afinal, a gente nunca pediu pra alguém instalar uma peça de foguete sem treinar pra isso.
O que a gente vê aqui é uma placa do escudo térmico. A gente coloca ela, depois dobra as bordas e encaixa a placa. Tá bom. E vamos deixar você fazer isso. Ah, sério? Mas só dá pra encaixar uma vez. Não dá pra voltar atrás. Porque se você errar, a gente tem que destruir ela pra poder tirar.
Sério? É. Sem pressão. Parece que é muita pressão. Tá bom, vamos nessa. Eu sou engenheiro de foguetes. É, isso vai lá pro espaço se você fizer direito. E se não fizer... Vocês vão ter que tirar? É, com certeza... Não? Lado errado? Talvez precise mesmo ser um gênio.
Agora, você pode empurrar. É só empurrar? Isso mesmo. Agora, sim! Agora, eu vou assinar a placa. M-B, MrBeast.
Se por algum motivo, essa placa fizer o foguete explodir... Tudo o que vocês estão vendo agora é IA. Não é real. Não dá pra provar que é real. Eu sou testemunha. Você também é IA. Mas só se isso explodir.
Por maior que seja essa fábrica de foguetes de um bilhão de dólares, ela ainda não é grande o suficiente pra fase final de construção das Starships.
Esse é o tamanho final da Starship quando ela está totalmente montada. Tudo que a gente acabou de mostrar pra vocês. A câmera não faz jus a ela. Essa coisa é enorme. Tem uma grande chance de vocês conseguirem voar numa dessas, um dia, e irem pra um outro planeta. Surreal.
E no fim do nosso tour pela Starbase, eles levaram a gente pra ver todas as outras Starships, que aguardam pra ir pro espaço no campus da Starbase.
As redes sociais e o noticiário podem fazer o futuro parecer tão sombrio e terrível. Mas sinceramente, o que eu vi nesse vídeo me deu esperança. Das incríveis biotecnologias desenvolvidas pra darem às pessoas com deficiência uma nova chance na vida, a carros que podem voar por aí, redefinindo como a gente se desloca pelo mundo, até a tecnologia de DNA que salva animais do sofrimento e também da extinção.
Aprendemos a viver em outros planetas e a chegar até lá, levando a humanidade além da Terra, pra mundos que antes achávamos inalcançáveis. E se quiserem saber, é um futuro bem empolgante.
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