Ryuji prova e compara 9 brindes do furusato nozei da Amazon para conferir se os mais bem colocados no ranking fazem jus à fama
料理研究家リュウジのバズレシピTraduzido de 日本語
O pesquisador culinário Ryuji realizou, em uma ação patrocinada pela Amazon, o "Campeonato de qual brinde do furusato nozei é mais gostoso". Junto com a equipe, preparou e provou 9 brindes alimentícios e atribuiu notas de S a C. Logo no início, Ryuji comentou que "achava que ia ter algum diferente", o que indica a expectativa de encontrar mais decepções. O resultado, porém, foi que, com exceção de um item, todos receberam S ou A+. A seguir, o conteúdo na ordem em que foi apresentado.
Como funciona o furusato nozei e como a equipe usa o sistema
No início, Ryuji explicou que o sistema permite destinar parte do imposto de renda e do imposto de residência a doações para municípios, recebendo brindes em troca. Contou que até então não o usava muito, mas que neste ano o utilizou.
A situação da equipe era variada. Havia quem tivesse feito o pedido em cima da hora e escolhido hambúrguer, quem já tivesse pedido papel higiênico e quem nunca tivesse participado. Quem nunca havia participado disse que "não sabe como faz". Ryuji mencionou que a página da Amazon tem um guia para iniciantes e, logo em seguida, brincou consigo mesmo: "Isso soou bem publi, né". Segundo Ryuji, também é possível consultar nesse guia o valor máximo de doação.
O vídeo foi pensado para ser publicado na segunda metade de dezembro. Ryuji lembrou que as doações podem ser feitas até 31 de dezembro, então ainda dá tempo, e pediu a quem não conseguir a tempo que use o vídeo como referência para o ano seguinte.
Super Dry (Moriya, província de Ibaraki): brindes vêm do "lugar onde são produzidos"
O primeiro item foi a Asahi Super Dry. É um brinde da cidade de Moriya, na província de Ibaraki, e uma doação de 15 mil ienes rende 24 latas. A equipe não sabia que havia cerveja entre os brindes.
Segundo Ryuji, só podem virar brinde os produtos fabricados ou processados na própria região. Contou que, quando cria produtos, recebe com frequência propostas do tipo "vamos transformar em brinde?". Quanto ao valor, admitiu que, por se tratar de uma doação, sai mais caro do que comprar normalmente. Ainda assim, disse que o valor do brinde corresponde a mais ou menos um terço da doação. A degustação começou com um brinde com essa cerveja, e os pratos seguintes foram escolhidos por combinarem com ela.
Hambúrguer cru de wagyu kuroge de Kyushu (Karatsu, província de Saga): A+
O segundo item foi o hambúrguer de wagyu kuroge de Kyushu da cidade de Karatsu, na província de Saga — Karatsu é onde fica a casa da família materna de um membro da equipe. Uma doação de 12 mil ienes rende 12 unidades, e o produto foi apresentado como o 1º colocado no ranking geral da Amazon.
É um hambúrguer cru que pode ir congelado direto para a frigideira, sem óleo. Deve ser feito em fogo baixo, sempre com tampa, por 8 minutos de cada lado, num total de 16 minutos. Como é uma mistura de carne suína e bovina de Kyushu, Ryuji comentou que provavelmente é mais fácil de comer do que um 100% bovino.
Ao cortar o hambúrguer pronto, o suco da carne escorreu. Ryuji avaliou: "Ranking não é à toa, hein". Mas, como a gordura é intensa, recomendou comê-lo com uma pitada de sal e wasabi. Disse também que, colocado sobre o arroz e cortado ali, o arroz absorveria o suco e a gordura e ficaria delicioso. Da equipe, veio o comentário de que, como leva especiarias, fica gostoso mesmo sem nada.
A nota foi A+. Como motivos, Ryuji citou que a carne é firme — "não é hambúrguer só de liga" — e o bom custo-benefício de 12 unidades, que rendem bastante tempo.
Tebasaki com cebolinha e sal (Hioki, província de Kagoshima): cru ou grelhado, SS
O terceiro item foi o "tebasaki com cebolinha e sal" de uma casa especializada em tori-sashi (frango cru) da cidade de Hioki, na província de Kagoshima, um brinde exclusivo da Amazon. A embalagem indica tataki de frango para consumo cru. Houve um momento em que a equipe se espantou, perguntando se frango cru sem tratamento térmico era seguro. Ryuji explicou que em Kagoshima existe a cultura de comer frango cru e que, segundo dizem, é seguro porque o processamento é feito em locais muito limpos. O produto é feito com carne de asa, de sabor umami intenso, temperada com um sal próprio, e a doação é de 7.500 ienes por 3 pacotes.
Ao provar cru, Ryuji se surpreendeu com o quanto a asa fica gostosa em forma de sashimi. A gordura é crocante e, ao mastigar, vai soltando aos poucos. A equipe também comentou que a cebolinha não tem aquele gosto ruim típico de cebolinha congelada. Ryuji enfatizou que tirar o osso da asa e deixar só a carne dá muito trabalho, e que não é um produto que se encontra no supermercado.
Pensando nas famílias em que alguém não gosta de comida crua, também provaram uma versão levemente salteada na frigideira. Grelhada, a textura muda completamente. A preferência de Ryuji ficou mais ou menos meio a meio entre cru e grelhado, enquanto a maior parte da equipe respondeu que grelhado é mais gostoso.
A nota foi SS. Ryuji disse que "não esperava nada" e relembrou ter sido "conquistado" por esse item logo no começo. Na avaliação geral, afirmou que esse foi o único item que "garimpou" por conta própria, fora dos mais bem colocados no ranking.
Tataki de bonito (Ainan, província de Ehime): 2,5 kg de produto com defeito estético por 10 mil ienes, S
O quarto item foi o tataki de bonito da cidade de Ainan, na província de Ehime: uma doação de 10 mil ienes rende 2,5 kg. A equipe se surpreendeu com a quantidade. O preço baixo se explica por ser um produto wakeari, ou seja, fora do padrão ou com algum arranhão. Mesmo assim, Ryuji disse que as peças são bonitas e que quem come não percebe a diferença.
O descongelamento, conforme indicado na embalagem, é feito em água corrente por cerca de 10 a 15 minutos. Ryuji disse preferir fatias grossas e cortou em pedaços generosos. A equipe imaginava comê-lo com gengibre, mas a forma que Ryuji recomendou como "a mais gostosa" foi outra: cebolinha por cima, alho cru em fatias finas por cima e sal. Como o alho cru é forte, 2 ou 3 dentes bastam. Disse que dá para acrescentar limão-siciliano ou sudachi a gosto, mas que isso é o mínimo para começar.
Da equipe, veio o comentário: "melhor que muito restaurante por aí". Ryuji acrescentou: "Isso aqui é congelado, hein". Para um membro da equipe que não gosta do chiai (a parte escura do peixe) e costuma deixá-lo no prato, Ryuji cortou fora essa parte amarronzada. Assim, essa pessoa também conseguiu comer. Ryuji recomendou que quem não gosta do cheiro do chiai remova essa parte.
É congelado e dura cerca de meio ano (180 dias). A nota foi S, e Ryuji descreveu o produto como algo que daria para "ficar comendo o fim de semana inteiro". Comentou que, em ações patrocinadas, costuma até ser mais rigoroso e que talvez tivesse elogiado demais, mas que mesmo assim estava gostoso. No ranking geral do furusato nozei, o produto estava em 4º lugar.
Cavala salgada sem aditivos, 3 kg: cavalas grandes demais que ficaram fora do padrão, S
O quinto item foi a cavala salgada sem aditivos: uma doação de 11 mil ienes rende 3 kg. A quantidade era tanta que não coube na geladeira e precisou ser dividida em porções menores. Também se trata de um produto wakeari. Mas aqui "fora do padrão" não significa qualidade inferior. A explicação foi que os peixes são grandes demais para caber nas bandejas, o que encarece o preço unitário, e por isso ficam fora do padrão. Ryuji comentou que, no caso da cavala, quanto maior, mais gordura e mais sabor.
Os filés são grandes, e Ryuji observou que o ideal seria assá-los na grelha, mas desta vez usou a frigideira com um pouco de óleo, em fogo médio. A pele ficou crocante. O primeiro pedaço que Ryuji provou foi da parte da cauda, que tem pouca gordura. Mesmo assim, disse que o umami aparece logo na primeira mordida. Por ser sem aditivos, não leva temperos como aminoácidos. Ryuji disse que seria melhor ter limão. Como outras formas de consumo, surgiram as ideias de usar a cavala assada em um arroz cozido com ingredientes (takikomi gohan) ou de passá-la só no amido de batata, sem tempero, para fazer karaage.
Ryuji afirmou ainda que, nos quadros anteriores, muitas cavalas congeladas se mostraram gostosas e que a cavala salgada se deteriora pouco. Um membro da equipe contou que sempre compra filés no supermercado, mas que isso sai caro toda vez, e que poder manter estoque congelado é uma grande ajuda.
A nota foi S. Ryuji se espantou: primeiro o bonito, agora a cavala — o que está acontecendo com os frutos do mar do furusato nozei? Comentou também, em linhas gerais, que, como o furusato nozei é um sistema antigo, todo mundo tem olho bom para escolher, e o ranking sabe bem o que é gostoso.
Kit com 3 tipos de donburi (Tsukumi, província de Oita): a única nota C
O sexto item foi o kit com 3 tipos de donburi da cidade de Tsukumi, na província de Oita. São três variedades — ryukyu-don de olho-de-boi (buri), hyuga-don com atum marinado (zuke) e negitoro-don com tataki de atum —, e a doação é de 15 mil ienes. Todos foram apresentados como pratos típicos da região.
A primeira reação de Ryuji ao provar o ryukyu-don foi: "Normal, né". Não tinha cheiro forte, mas pedia mais temperos aromáticos. A imagem do produto mostrava algo parecido com folhas de shiso, e Ryuji disse que, com elas, talvez ficasse mais gostoso. Sobre o hyuga-don, supôs que o molho fosse adocicado porque o shoyu de Kyushu é, em geral, doce. Não disse que era ruim, mas que talvez o tempero não combinasse com seu gosto. No negitoro, sentiu um leve amargor.
A nota foi C. Como motivo, Ryuji apontou que, em comparação com os itens anteriores, o custo-benefício deixava a desejar. Sugeriu, então, que talvez fosse melhor aproveitá-lo não como kit de donburi, mas como kit de peixes para petiscar. Acrescentou que era apenas sua avaliação pessoal e que "talvez eu é que esteja errado".
A impressão da equipe também foi de que não era ruim, mas tampouco extraordinariamente gostoso, e de que o doce era forte e pouco familiar. Por outro lado, houve a opinião de que quem é daquela região provavelmente ficaria satisfeito. Todos concordaram que não se tratava de um produto de baixa qualidade.
Ikura no shoyu (Shiranuka, Hokkaido): até quem não gosta de ikura comeu tudo, A+
O sétimo item foi o ikura (ovas de salmão) marinado no shoyu da cidade de Shiranuka, em Hokkaido: 2 potes de 200 g, num total de 400 g. A doação é de 16 mil ienes, uma das mais altas desta seleção. A embalagem indica origem americana, e Ryuji supôs que se trata de ikura dos Estados Unidos processado em Hokkaido.
Ryuji avisou que não é grande fã de ikura, mas disse que gostou desse sabor. Não é salgado demais, e o sabor do dashi aparece bem. A equipe também comentou que ikura barato costuma deixar uma sensação na boca, mas que este não tinha nada de desagradável — talvez pelo bom processamento. Um membro da equipe que não gosta de ikura, ao ver a reação dos outros, provou e admitiu que não havia nenhum cheiro de peixe.
No momento da gravação, o produto tinha entrega no dia seguinte, e comentou-se que, se ainda desse tempo após a publicação, seria possível comê-lo no Ano-Novo. A nota foi A+. Ryuji contou que, como não costuma comer ingredientes caros, ficou em dúvida sobre como avaliar o ikura como ingrediente. Ainda assim, afirmou que algo que fica gostoso só de colocar sobre o arroz é valioso. No ranking, o produto estava em 2º lugar.
Camarão descascado extragrande, 1 kg (Tsuruga, província de Fukui, Masuyone): camarão black tiger ao alho
O oitavo item foi o camarão descascado extragrande de 1 kg da "Masuyone", da cidade de Tsuruga, na província de Fukui, com doação de 8.500 ienes. Vem sem casca e sem o intestino, já limpo. Ryuji disse confiar bastante nos camarões dessa loja.
Eram camarões black tiger. Segundo Ryuji, hoje o camarão vannamei (camarão-branco-do-pacífico) é o mais comum, e boa parte do camarão congelado que se come no dia a dia é dessa espécie. Explicou que o black tiger é tido há muito tempo como um "camarão um pouco melhor", um produto de alto padrão usado, por exemplo, em ebi furai (camarão empanado). O descongelamento é feito em água com um pouco de sal.
A página do produto sugeria ebi mayo, ebi chili, rolinhos primavera frescos e ajillo, entre outros. Ryuji riu — "tudo dá trabalho" — e fez o mais simples: camarão ao alho (garlic shrimp). Acrescentou o motivo de que cozido com maionese também fica gostoso, mas aí não faria sentido em um canal de pesquisador culinário. O preparo consiste apenas em saltear cerca de 150 g de camarão com 15 g de manteiga e alho, acertando o sal. Com limão-siciliano ao lado e salsinha por cima, vira um banquete. Ryuji disse que, se o camarão for de boa qualidade, só isso já deve ficar gostoso, e recomendou carregar um pouco no sal para combinar com bebida.
Na prova, a textura firme e suculenta se manteve mesmo depois do cozimento. A equipe comentou que o próprio camarão tem um toque adocicado. Um membro da equipe que normalmente evita camarão disse "este eu consigo comer" e comentou que é totalmente diferente de mix de frutos do mar. Ryuji deu uma avaliação de altíssimo nível, dizendo que gostaria de trocar todo o camarão congelado de casa por este. Disse ainda que, se as pessoas fizessem todas as suas receitas antigas de camarão com este produto, ficariam deliciosas.
Retalhos de wagyu kuroge de Kyushu, 800 g (Shizuoka, província de Shizuoka): melhor como gyudon do que como sukiyaki, A+
O último item foi um brinde da cidade de Shizuoka, na província de Shizuoka: 800 g de retalhos (kiriotoshi) de wagyu kuroge de Kyushu. Vem dividido em 2 pacotes de 400 g, e a doação é de 9 mil ienes. Foi apresentado como o 1º mais vendido de carne bovina congelada na Amazon e um produto popular, em 7º lugar também no ranking geral do furusato nozei.
Ryuji preparou um sukiyaki simplificado, fácil de fazer em casa. O molho (warishita) leva shoyu, saquê, mirin e açúcar. Disse que fica mais gostoso com realçador de sabor, mas que hoje não usaria. Explicou que, com cebolinha japonesa, acelga e cogumelos, vira sukiyaki, mas que basta passar a carne no molho e cozinhar, e comentou que acha que sukiyaki só com carne já está ótimo. A carne tem um marmoreio razoável e não parece congelada.
Depois de passar no ovo e provar, Ryuji disse: "É claro que está gostoso". Da equipe vieram comentários de que, para comer em casa, retalhos soltos já bastam, e de que gostariam de fazer sukiyaki no Ano-Novo. Também surgiu a ideia de acrescentar tofu grelhado e shirataki.
A nota foi A+. Mas o que Ryuji mais recomendou não foi o sukiyaki, e sim o gyudon. Segundo Ryuji, dá para fazer um "gyudon superluxuoso", sem comparação com o das redes. Acrescentou que, no sukiyaki, colocar kombu deixa tudo ainda mais gostoso. Citou também como motivo da nota o fato de uma doação de 9 mil ienes render 800 g, quantidade suficiente para uma festa.
Avaliação geral: seguindo o ranking, dificilmente se erra
Ao terminar a degustação, Ryuji voltou a dizer: "Elogiei demais". Como desta vez a seleção se concentrou nos mais bem colocados do ranking de brindes da Amazon, a conclusão foi que quem faz doações conhece bem os produtos e que, seguindo o ranking, quase não há erro. Mas reforçou que o tebasaki com cebolinha e sal foi o único que garimpou por conta própria.
A ideia era montar um ranking na avaliação geral, mas, como todos os itens menos um receberam S ou A+, Ryuji disse que, sinceramente, tudo foi bom. Entre os que mais marcaram, citou o tataki de bonito e o camarão. Sobre o camarão, disse que é muito superior ao camarão descascado congelado comum e que é ótimo receber 1 kg dele. Quanto ao tebasaki com cebolinha e sal, reconheceu que algumas pessoas podem ter resistência a comê-lo como sashimi e o apresentou como brinde exclusivo da Amazon.
Para encerrar, Ryuji afirmou que receber como brinde de doação aquilo que se come no dia a dia ajuda nas despesas da casa. Disse que alguns itens chegam até com entrega no dia seguinte e que participar "só tem vantagens". As doações vão até 31 de dezembro, o que dá uma margem de cerca de 10 dias após a publicação. Ryuji terminou o vídeo pedindo a quem o assistir depois da virada do ano que o use como referência para o furusato nozei do ano seguinte.
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